Correções e atualizações

Atualizado: 29 de outubro de 2026

O site publica informação médica para pacientes, pelo que um número errado ou uma recomendação ultrapassada pode fazer mal. Esta página mostra como se corrige e o que foi corrigido.

Em resumo

  • Toda a comunicação recebida pelo formulário de contacto é verificada face às fontes citadas na página e às normas em vigor.
  • Se a mensagem incluir uma forma de contacto, a resposta chega no prazo de 30 dias.
  • As correções médicas ficam registadas publicamente mais abaixo, com a redação anterior, a nova e a fonte.
  • As gralhas e os acertos de estilo ou de tradução fazem-se sem ficar registados aqui.

1. O que conta como correção

Uma correção é um número, um limiar, uma dose ou uma afirmação médica que estava errada ou ultrapassada pelas normas. Estas entram no registo abaixo.

As gralhas, as frases pesadas, os acertos de estilo e as correções de tradução fazem-se sem registo, porque não mudam o que o leitor fica a saber sobre a doença.

2. O que acontece depois da verificação

O texto é corrigido em romeno e nas 13 traduções, no mesmo dia. A data da última revisão da página muda e a bibliografia é ampliada se a fonte for nova.

A correção entra depois no registo, com a data, a página, a redação anterior, a nova e a fonte. O registo começa a 6 de setembro de 2026, com a série de auditorias internas do site. As alterações anteriores a essa data não ficam registadas.

3. As auditorias com inteligência artificial

Pelo menos uma vez a cada três meses, um modelo de inteligência artificial relê o site e assinala possíveis problemas médicos. O autor verifica cada sinalização na fonte primária e decide sozinho o que muda. As regras estão descritas na política editorial.

Última auditoria de todo o site: .

  • — O que foi verificado: a segurança do paciente (doses de insulina, limiares, dias de doença) e os números que diferem de uma página para outra. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: no registo, a partir de 6 de setembro de 2026.
  • — O que foi verificado: todas as páginas. A referência foi o consenso de 2026 da ADA e da European Association for the Study of Diabetes (EASD) sobre a diabetes tipo 1. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: no registo, a partir de 3 de outubro de 2026.
  • — O que foi verificado: a mesma informação médica em páginas e línguas diferentes. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: no registo, a partir de 5 de outubro de 2026.
  • — O que foi verificado: o conteúdo médico de todas as páginas romenas (números, limiares, doses e citações). Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: no registo, a partir de 12 de outubro de 2026.
  • — O que foi verificado: as páginas sobre hipoglicemia, face ao compêndio da ADA de 2026 sobre hipoglicemia. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: no registo, a partir de 17 de outubro de 2026.

Cada língua traduzida tem também uma auditoria completa pelo menos uma vez a cada três meses, com um prazo próprio para cada língua. Um modelo de inteligência artificial lê todas as páginas traduzidas em confronto com o original romeno e assinala os erros de sentido, a terminologia e as formulações pouco naturais. As regras estão descritas na política editorial.

  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: English. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas no mesmo dia. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Français. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas no mesmo dia. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Français. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Español. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Português. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Italiano. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: العربية. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Deutsch. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Ελληνικά. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Hrvatski. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Magyar. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Bahasa Indonesia. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Polski. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Türkçe. Modelo e versão: Claude (Anthropic), versão não registada. Correções: aplicadas a 21 e 22 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: English. Modelo e versão: Claude Opus 5.5 (Anthropic), claude-opus-5-5. Correções: aplicadas a 25 e 26 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Español. Modelo e versão: Claude Opus 5.5 (Anthropic), claude-opus-5-5. Correções: aplicadas a 26 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Français. Modelo e versão: Claude Opus 5.5 (Anthropic), claude-opus-5-5. Correções: aplicadas a 26 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .
  • — O que foi verificado: todas as páginas traduzidas, face ao original romeno. Língua: Deutsch. Modelo e versão: Claude Opus 5.5 (Anthropic), claude-opus-5-5. Correções: aplicadas a 26 de outubro de 2026. Prazo da próxima auditoria: .

4. O registo das correções

Cada entrada mostra a data, a página, o que o texto dizia e o que diz agora. As páginas são dadas pelo seu endereço curto. As recomendações citadas pertencem sobretudo à American Diabetes Association (ADA), à European Association for the Study of Diabetes (EASD) e à International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes (ISPAD).

  • 6 de setembro de 2026 · dm1/isf — Antes: as correções com insulina rápida podiam repetir-se de hora a hora com glicemias acima de 300 mg/dL (16,7 mmol/L). Agora: o intervalo mantém-se em 2–4 horas mesmo com glicemias altas, segundo o protocolo de dias de doença acordado com a equipa médica. Fonte: Auditoria interna de segurança do paciente, 5 de setembro de 2026.
  • 6 de setembro de 2026 · dm1/esquemas — Antes: para uma dose de insulina da refeição esquecida recomendava-se a dose completa, sem qualquer condição. Agora: a dose completa só é possível se te lembrares na primeira hora, segundo o protocolo acordado com a equipa médica. Fonte: Auditoria interna de segurança do paciente, 5 de setembro de 2026.
  • 6 de setembro de 2026 · dm1/esportes — Antes: os corpos cetónicos verificavam-se com glicemias acima de 300 mg/dL (16,7 mmol/L). Agora: o limiar de verificação é 250 mg/dL (13,9 mmol/L). Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5:377-390 (PMID 28126459).
  • 6 de setembro de 2026 · 8 páginas com o protocolo de dias de doença — Antes: faltava o limiar de urgência dos corpos cetónicos. Agora: entre 1,5 e 2,9 mmol/L contacta-se de imediato a equipa médica, e a partir de 3,0 mmol/L vai-se ao serviço de urgência. Fonte: Glaser N et al., Pediatr Diabetes. 2022;23:835-856 (PMID 36250645).
  • 6 de setembro de 2026 · dm1/regime — Antes: a definição da unidade de álcool misturava dois sistemas de medida. Agora: uma só definição, usada em toda a página. Fonte: Auditoria interna de consistência, 5 de setembro de 2026.
  • 6 de setembro de 2026 · cinco pares de páginas — Antes: a mesma informação aparecia com dois números diferentes em páginas diferentes: a duração do risco de hipoglicemia após o álcool, o recontrolo após a diabetes gestacional, a proporção de células beta restantes no diagnóstico, a quantidade de sumo para tratar a hipoglicemia e o limiar dos corpos cetónicos. Agora: o mesmo número em todas as páginas, nas 14 línguas. Fonte: Auditoria interna de consistência, 5 de setembro de 2026.
  • 6 de setembro de 2026 · dm1/isf, dm1/esportes, dm1/regime, dm1/esquemas, dm1/icr — Antes: 21 frases diziam no imperativo quanto mudar a dose, o rácio ou o fator. Agora: as mesmas frases descrevem a prática habitual e remetem a decisão para a equipa médica. Nenhum número mudou. Fonte: Auditoria interna de segurança do paciente, 5 de setembro de 2026.
  • 7 de setembro de 2026 · dm1/esportes — Antes: «Procura uma glicemia de partida de 180 mg/dL (10 mmol/L) para exercício aeróbico.» Agora: «Procura uma glicemia de partida de 126–180 mg/dL (7–10 mmol/L) para exercício aeróbico.» Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5:377-390 (PMID 28126459).
  • 7 de setembro de 2026 · dm1/esportes — Antes: «Adia o exercício até desaparecerem completamente os corpos cetónicos e a glicemia chegar a 180 mg/dL (10 mmol/L).» Agora: «Adia o exercício até os corpos cetónicos ficarem negativos (abaixo de 0,6 mmol/L) e a glicemia descer abaixo de 250 mg/dL (13,9 mmol/L).» Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5:377-390 (PMID 28126459).
  • 7 de setembro de 2026 · dm1/injecao — Antes: «A maioria dos adultos pode usar agulhas de 6 mm sem problemas. Se fores muito magro ou tiveres muito pouco tecido subcutâneo, podes testar as agulhas de 4 mm (das crianças).» Agora: «A agulha de 4 mm é a primeira escolha para todos, seja qual for a idade, o peso ou a espessura do tecido subcutâneo. A agulha de 6 mm continua aceitável se usares a técnica descrita acima.» Fonte: Frid AH et al. (FITTER), Mayo Clin Proc. 2016;91:1231-1255 (PMID 27594187).
  • 7 de setembro de 2026 · dm1/injecao — Antes: «Se decidires reutilizar as agulhas por razões económicas, limita a no máximo 3–4 utilizações, nunca mais de 24 horas.» Agora: «Se reutilizares as agulhas por razões económicas, tem presente que a ponta perde o gume logo na primeira utilização e que cada injeção seguinte dói mais e traumatiza mais o tecido. Não uses a mesma agulha mais de 24 horas.» Fonte: Frid AH et al. (FITTER), Mayo Clin Proc. 2016;91:1231-1255 (PMID 27594187).
  • 7 de setembro de 2026 · dm1/injecao — Antes: «Não uses cremes anestésicos pois podem afetar a absorção.» Agora: «Os dados sobre o efeito dos cremes anestésicos na absorção da insulina são limitados, por isso fala com a tua equipa médica antes de os usares por rotina.» Fonte: Nenhuma norma sustenta a proibição, e a FITTER 2016 não a contém.
  • 7 de setembro de 2026 · dm1/estreia-com-cetoacidose — Antes: «O bicarbonato de sódio não é administrado por rotina (apenas a pH inferior a 7), porque se associa a um risco mais elevado de edema cerebral.» Agora: «O bicarbonato de sódio não é administrado por rotina. Só é ponderado na acidose grave com contractilidade cardíaca comprometida ou na hipercaliemia com risco de vida, porque a sua administração se associa a um risco mais elevado de edema cerebral na criança.» Fonte: Glaser N et al. (ISPAD), Pediatr Diabetes. 2022;23:835-856 (PMID 36250645).
  • 7 de setembro de 2026 · dm1/apoiar, dm1/remissao — Antes: a frase faltava. Agora: «Não é um alvo de norma: a ADA 2026 recomenda 80–130 mg/dL (4,4–7,2 mmol/L) antes das refeições e menos de 180 mg/dL (10 mmol/L) depois.» Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 7 de setembro de 2026 · dm2/causas — Antes: «e a depressão também duplica o risco de diabetes. Curiosamente, o aparecimento da diabetes duplica o risco de aparecimento posterior de depressão (o efeito parece bidirecional).» Agora: «e a depressão aumenta o risco de diabetes em cerca de 18%. A ligação existe nos dois sentidos: o aparecimento da diabetes aumenta em cerca de 24% o risco de uma depressão posterior.» Fonte: Graham EA et al., J Affect Disord. 2020;265:224-232 (PMID 32090745). Nouwen A et al., Diabetologia. 2010;53:2480-2486 (PMID 20711716).
  • 7 de setembro de 2026 · dm1/psicologia — Antes: a frase faltava. Agora: «O risco de desenvolver depressão é cerca de 2,8 vezes maior nos pacientes com diabetes tipo 1 do que na população geral, com grandes diferenças entre os estudos, pelo que se recomenda um rastreio periódico da depressão.» Fonte: Desalegn D et al., J Autoimmun. 2026;158:103524 (PMID 41538974).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/insulinas — Antes: o análogo rápido atuava 4–5 horas, a NPH (neutral protamine Hagedorn) 12–16 horas e as ultrarrápidas começavam 2–4 minutos mais cedo; a figura dava o início aos 5 minutos e o glossário aos 10–20 minutos. Agora: 3–5 horas, 12–18 horas e 13–14 minutos mais cedo; o início é de 5–15 minutos no texto, na figura e no glossário. Fonte: Heise T et al., Diabetes Obes Metab. 2020;22(10):1789-1798 (PMID 32436641).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/perinatal — Antes: um peso ao nascer acima de 4 kg aumentava o risco em 17% (1,17 vezes), 3–4% por cada 500 g a mais. Agora: 10% (1,10 vezes) e 3% por cada 500 g a mais. Fonte: Cardwell CR et al., Diabetologia. 2010;53(4):641-651 (PMID 20063147).
  • 21 de setembro de 2026 · dm2/causas — Antes: nos gémeos, risco de 50% e concordância de 80%; bebidas açucaradas +25% por porção diária; carne processada +50% por 50 g; gorduras trans +40%; dieta mediterrânica ou DASH −20–23%. Agora: hereditabilidade de cerca de 72%; bebidas açucaradas +20% por 250 mL por dia; carne processada +37% por 50 g por dia; o valor das gorduras trans foi retirado por não ter fonte; consumo ótimo de alimentos protetores −42%. Fonte: Willemsen G et al., Twin Res Hum Genet. 2015;18(6):762-771 (PMID 26678054). Schwingshackl L et al., Eur J Epidemiol. 2017;32(5):363-375 (PMID 28397016).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/esportes — Antes: após o exercício, o bolus da refeição seguinte era reduzido em 20%. Agora: em 50% (a taxa basal noturna continua reduzida em 20%). Fonte: Campbell MD et al., BMJ Open Diabetes Res Care. 2015;3(1):e000085 (PMID 26019878).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/doencas-autoimunes — Antes: 20–30% das pessoas com diabetes tipo 1 têm pelo menos outra doença autoimune. Agora: o hipotiroidismo, a associação mais frequente, afeta cerca de 10%. Fonte: Nederstigt C et al., Eur J Endocrinol. 2019;180(2):135-144 (PMID 30508413).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/o-que-e, dm1/estresse, dm1/recaida — Antes: os sintomas surgiam após a destruição de 80–90% (ou ≈90%) das células beta; a lua de mel ocorria em ~60% dos doentes. Agora: 60–90% nas três páginas; a lua de mel em cerca de 50%. Fonte: Alinhamento com o valor das restantes páginas do site.
  • 21 de setembro de 2026 · bombas/limitacoes, bombas/insulina-rapida, bombas/com-tubo, bombas/sem-tubo, dm1/apoiar — Antes: a escala de corpos cetónicos do protocolo dos dias de doença começava em 1,5 mmol/L; faltava o degrau inferior. Agora: abaixo de 1,5 mmol/L, hidratas-te, corriges e voltas a verificar duas horas depois. Fonte: Alinhamento com o valor das restantes páginas do site.
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: uma HbA1c inferior a 7% no primeiro ano preserva a função das células beta. Agora: um controlo glicémico mais apertado não travou a descida do peptídeo C nos dois primeiros anos. Fonte: Boughton CK et al. (CLOuD), N Engl J Med. 2022;387(10):882-893 (PMID 36069870).
  • 21 de setembro de 2026 · dg/base — Antes: a diabetes gestacional afetava 10–14% das gravidezes e reaparecia em 30–50% das mulheres na gravidez seguinte. Agora: cerca de 14% das gravidezes e uma recorrência de 30–84%. Fonte: Wang H et al. (IDF Diabetes Atlas), Diabetes Res Clin Pract. 2022;183:109050 (PMID 34883186). Kim C et al., Diabetes Care. 2007;30(5):1314-1319 (PMID 17290037).
  • 21 de setembro de 2026 · bombas/adesivo-bolus — Antes: a bomba-adesivo para bólus usava-se durante 4 dias (96 horas). Agora: 3 dias (72 horas). Fonte: Dreon DM et al., J Diabetes Sci Technol. 2018;12(4):817-827 (PMID 29488399).
  • 21 de setembro de 2026 · ds/pancreatico — Antes: após a pancreatectomia parcial, a diabetes surgia em 20–50% dos doentes. Agora: 6–21%. Fonte: Wu L et al., Clin Endocrinol (Oxf). 2020;92(5):396-406 (PMID 32017157).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/autoanticorpos, dm1/distincao — Antes: cerca de 10% (numa página) e 5–10% (na outra) das pessoas com diabetes tipo 1 não têm autoanticorpos ao diagnóstico. Agora: 5–15% nas duas páginas. Fonte: Patel SK et al., Trends Endocrinol Metab. 2021;32(5):295-305 (PMID 33712367).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/mortalidade — Antes: a mortalidade hospitalar da cetoacidose era ≈0,2%; após uma cetoacidose, o risco de morte era 13 vezes maior no primeiro ano do que na população geral; a doença renal crónica «triplica» o risco. Agora: ≈0,4%; após uma cetoacidose, o risco de morte a longo prazo é cerca de 8 vezes maior do que nas pessoas com diabetes tipo 1 sem cetoacidose; a doença renal crónica multiplica o risco. Fonte: Desai D et al., Diabetes Care. 2018;41(8):1631-1638 (PMID 29773640). Budhram DR et al., Can J Diabetes. 2024;48(7):462-470.e3 (PMID 39069232). Groop PH et al. (FinnDiane), Diabetes. 2009;58(7):1651-1658 (PMID 19401416).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: o estudo ACCORD mostrou um risco cardiovascular aumentado com um controlo muito apertado. Agora: o braço de controlo intensivo foi interrompido antes do tempo devido ao aumento da mortalidade. Fonte: ACCORD Study Group, N Engl J Med. 2008;358(24):2545-2559 (PMID 18539917).
  • 21 de setembro de 2026 · dm2/descricao — Antes: os benefícios do controlo intensivo precoce persistiam 10–20 anos; a incidência nas crianças aumentara nas duas últimas décadas. Agora: 24 anos; três décadas. Fonte: Adler AI et al. (UKPDS 91), Lancet. 2024;404(10448):145-155 (PMID 38772405). Xu ST et al., World J Pediatr. 2025;21(1):73-89 (PMID 39752048).
  • 21 de setembro de 2026 · dm1/mortalidade — Antes: o risco de morte era «até três vezes maior» do que nas pessoas sem diabetes, sem fonte; o destaque mostrava 3×. Agora: num registo sueco, o risco de morte foi cerca de 3,5 vezes maior do que em pessoas da mesma idade e sexo sem diabetes, e mais do dobro mesmo com uma HbA1c de 6,9% ou menos; o destaque mostra 3,5×. Fonte: Lind M et al., N Engl J Med. 2014;371(21):1972-1982 (PMID 25409370).
  • 3 de outubro de 2026 · sensores/tempo-real — Antes: o sensor de leitura intermitente era apresentado como uma opção atual, ao lado do sensor em tempo real. Agora: o sensor de leitura intermitente foi entretanto substituído pelo sensor em tempo real. Para a diabetes tipo 1, o sensor adequado é um sensor em tempo real, com alarmes. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · sensores/transmissao-dados — Antes: a transmissão contínua e a leitura intermitente continuavam a ser ambas métodos aceites de monitorização. Agora: a leitura intermitente foi entretanto substituída pela transmissão contínua. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/lada — Antes: um anti-GAD65 positivo, mesmo com um título modesto, estabelecia o diagnóstico de LADA (diabetes autoimune latente do adulto). A LADA era também apresentada como uma subforma de DT1. Agora: um anti-GAD65 isolado, com título baixo, surge também em 1–2% da população adulta geral e interpreta-se com prudência. A LADA faz parte do espectro da DT1 e não tem critérios de diagnóstico universalmente aceites. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/hipoglicemia-nao-reconhecida — Antes: a página não referia que o sensor não reduz a frequência da falta de perceção da hipoglicemia. Agora: o sensor reduz o número de hipoglicemias, mas nos ensaios clínicos não reduziu também a frequência da falta de perceção da hipoglicemia. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/evolucao — Antes: os sistemas automáticos de administração de insulina reduziam significativamente a frequência de hipoglicemias graves. Agora: reduzem significativamente a variabilidade glicémica e o número de hipoglicemias. Não foi demonstrada uma redução dos episódios graves com os sistemas automáticos. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450). Bojoga I et al., Pediatr Rep. 2024;16(4):1188-1199 (PMID 39728741).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/mortalidade — Antes: as bombas com suspensão preditiva e em circuito fechado tinham o mesmo efeito que o sensor com alarmes sobre as hipoglicemias graves. Agora: estas bombas reduzem as hipoglicemias, mas não foi demonstrada uma redução dos episódios graves. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/isf — Antes: a insulina análoga rápida tinha o pico de ação a uma hora. O efeito completo de uma dose via-se ao fim de duas horas. Agora: o pico de ação é atingido nas primeiras duas horas, e ao fim de duas horas vê-se a maior parte do efeito de uma dose. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/autoimunidade — Antes: o teplizumab era o único tratamento deste tipo aprovado até agora nos Estados Unidos. Atrasava o início clínico em cerca de dois anos. Agora: o teplizumab está aprovado na América do Norte, na Europa, na China e noutros países da Ásia, do Médio Oriente e da América Latina. Um único ciclo de 14 dias atrasa o início clínico em 2 a 3 anos. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/psicologia — Antes: a depressão clínica afetava 20–40% das pessoas recém-diagnosticadas. Agora: a depressão clínica afeta cerca de 22% das pessoas com diabetes tipo 1, contra 13% das pessoas sem diabetes. O intervalo de 20–40% refere-se ao sofrimento relacionado com a diabetes. Fonte: Farooqi A et al., Prim Care Diabetes. 2022;16(1):1-10 (PMID 34810141). Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/psicologia — Antes: o medo da hipoglicemia afetava cerca de 30% dos pacientes. Agora: um questionário de rastreio encontra medo elevado em cerca de 30% dos adultos com diabetes tipo 1, enquanto outros dados apontam até 10%. Fonte: Peter ME et al., BMJ Open Diabetes Res Care. 2023;11(4):e003394 (PMID 37423638). Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/o-que-e — Antes: a diabetes tipo 1 representava 5–10% dos casos de diabetes e associava-se a um IMC normal ou baixo. Agora: representa 1–2% dos casos de diabetes no mundo e cerca de 5% na Europa e na América do Norte. O IMC no diagnóstico é geralmente normal ou baixo, mas a obesidade é tão frequente como na população geral. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/insulinas — Antes: o padrão de tratamento era a combinação de um análogo ultrarrápido e de um análogo basal de longa duração. Os ultrarrápidos começavam a agir 13–14 minutos mais cedo. Agora: o padrão é um análogo rápido ou ultrarrápido nas refeições associado a um análogo basal. Os ultrarrápidos baixam mais a glicemia depois da refeição, mas não reduzem adicionalmente a HbA1c nem as hipoglicemias. Os 13–14 minutos eram o tempo até metade da concentração máxima no sangue, não o início da ação. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450). Heise T et al., Diabetes Obes Metab. 2020;22(10):1789-1798 (PMID 32436641).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: os sistemas de circuito fechado geriam automaticamente as flutuações do esforço, e a hipoglicemia após o esforço podia surgir até 12 horas depois. Agora: o esforço tem de ser anunciado ao sistema automático, com novas regras para o alvo de glicemia, o bólus da refeição e os hidratos de carbono antes do esforço. A hipoglicemia após o esforço pode surgir até 24 horas mais tarde. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 3 de outubro de 2026 · dm1/porque-hipoglicemia — Antes: a página não referia as doenças autoimunes entre as causas das hipoglicemias sem explicação. Também não referia o efeito a longo prazo das hipoglicemias graves no cérebro dos adultos. Agora: uma doença autoimune da tiroide ou das glândulas suprarrenais, ou uma doença celíaca não diagnosticada, pode causar hipoglicemias sem explicação. Em adultos acompanhados durante 32 anos, um maior número de hipoglicemias graves associou-se a uma maior descida da velocidade psicomotora e da eficiência mental. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/esquemas — Antes: o uso de um medicamento GLP-1 na diabetes tipo 1 era apresentado como uma decisão fora das indicações aprovadas. Não tinha cobertura no folheto informativo do produto. Agora: o liraglutido, o semaglutido e a tirzepatida estão também aprovados para a obesidade. O folheto informativo para a obesidade não exclui a diabetes tipo 1, por isso o médico pode recomendá-los a algumas pessoas com diabetes tipo 1 e obesidade. A página apresenta ainda os resultados mais recentes: menos 8,8 kg com semaglutido em pessoas com um sistema automático de insulina e menos 10,1% em 8 meses com tirzepatida. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · bombas/secrecao-natural — Antes: a página dizia que o fígado deixa passar metade da insulina que lhe chega, um valor retirado de um estudo em cães. Agora: o fígado retém cerca de 70% da insulina que lhe chega, e só o que sobra segue para o resto do corpo. O estudo em cães foi retirado da bibliografia. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: a página dizia que as agulhas com mais de 8 mm deviam ser usadas por pessoas com excesso de gordura subcutânea. Também não referia a observação das zonas de injeção pelo médico. Agora: as agulhas com mais de 8 mm também não são necessárias em pessoas com excesso de peso, porque a pele delas não é mais espessa. O médico deve observar e palpar as zonas de injeção pelo menos uma vez por ano. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/evolucao — Antes: o rastreio da retinopatia em adultos era recomendado aos cinco anos do início, através de exame oftalmológico com dilatação pupilar. Agora: o rastreio faz-se nos primeiros cinco anos após o início, através de exame oftalmológico ou de fotografia da retina, para a qual a dilatação pupilar nem sempre é necessária. O controlo repete-se todos os anos e, após um ou mais exames normais, pode fazer-se a cada 1–2 anos. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/estreia-com-cetoacidose — Antes: a página indicava a frequência da cetoacidose na estreia apenas em crianças e adolescentes. Agora: nos adultos, a cetoacidose é a primeira manifestação da DT1 em 6–21% dos diagnosticados. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/estreia-com-cetoacidose — Antes: a página referia de forma geral os sistemas de monitorização contínua das cetonas. Agora: a página precisa que existem sensores que medem de forma contínua, ao mesmo tempo, a glicemia e as cetonas, com uma nova fonte sobre esta tecnologia. Fonte: Hoss U et al., Diabetes Technol Ther. 2025;27(S4):S20-S24 (PMID 41267375).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/distincao — Antes: a página não dizia quando suspeitar de MODY (maturity-onset diabetes of the young) nem em que condições se mede o péptido C. Agora: o médico pensa em MODY sobretudo quando a diabetes surgiu antes dos 35 anos, com HbA1c inferior a 7,5% no diagnóstico ou um dos pais com diabetes. O teste genético só se faz sem autoanticorpos e com péptido C superior a 0,6 ng/mL. O péptido C não se mede nas 12 horas seguintes a uma hipoglicemia grave nem na insuficiência renal terminal. Mede-se com a glicemia nas 5 horas seguintes a uma refeição. Um valor baixo obtido com glicemia inferior a 72 mg/dL (4 mmol/L) ou em jejum repete-se. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: a página dizia que a maioria dos diabetologistas prefere testar a HbA1c a cada três meses em qualquer situação. Agora: se os dados do sensor chegarem regularmente ao médico, a HbA1c pode testar-se ainda menos vezes. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · calculadoras/risco-cardiovascular — Antes: a página não dizia que as equações PREVENT não distinguem a diabetes tipo 1 da tipo 2. Agora: para a diabetes tipo 1 existem calculadoras de risco feitas especificamente, como o Steno Type 1 Risk Engine e o LIFE-T1D. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/alimentos-hidratos-carbono — Antes: a página dizia que o álcool pode aumentar o risco de hipoglicemia algumas horas mais tarde. Agora: o risco de hipoglicemia pode manter-se aumentado até 24 horas depois do último copo. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 4 de outubro de 2026 · dm1/etapas — Antes: a página definia a fase 2 apenas pela glicemia na zona do pré-diabetes. Agora: a fase 2 também pode ser reconhecida por uma subida da HbA1c de pelo menos 10% em relação ao valor anterior, confirmada ao repetir o teste em 6–12 meses. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/etapas — Antes: a página indicava um risco a 5 anos de cerca de 30% com dois autoanticorpos e 45% com três. Agora: com dois ou mais autoanticorpos e glicemias normais, o risco é de cerca de 44% em 5 anos e 70% em 10 anos. Em 15 anos chega a cerca de 85% com dois autoanticorpos e 92% com três. Fonte: Ziegler AG et al., JAMA. 2013;309(23):2473-2479 (PMID 23780460). Phillip M et al., Diabetologia. 2024;67(9):1731-1759 (PMID 38910151).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/propagacao — Antes: a progressão do estádio 1 para o estádio 3 era estimada em cerca de 30% aos 5 anos. Agora: a progressão é estimada em cerca de 44% aos 5 anos e 85% aos 15 anos. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893).
  • 5 de outubro de 2026 · dg/base — Antes: a conclusão ainda indicava uma recorrência de 30–50%, embora o resto da página tivesse sido corrigido para 30–84%. Agora: a diabetes gestacional reaparece na gravidez seguinte em cerca de 4 em cada 10 mulheres, com variações entre 30% e 84% conforme o estudo. Fonte: Getahun D et al., Am J Obstet Gynecol. 2010;203(5):467.e1-6 (PMID 20630491). Kim C et al., Diabetes Care. 2007;30(5):1314-1319 (PMID 17290037).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/insulinas — Antes: a insulina basal representava cerca de 50% da necessidade diária de insulina. Agora: a insulina basal representa habitualmente 30–50% da necessidade diária de insulina. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2024;47(Suppl 1):S158-S178 (PMID 38078590).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/evolucao — Antes: as necessidades de insulina do adulto eram indicadas em 0,5–1,0 unidades/kg/dia. Agora: as necessidades estabilizam-se habitualmente em 0,4–1,0 unidades/kg/dia. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2024;47(Suppl 1):S158-S178 (PMID 38078590).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/remissao — Antes: após a lua de mel, a página indicava uma necessidade de 0,7–1,0 unidades/kg/dia. Agora: após a lua de mel, a necessidade é habitualmente de 0,4–1,0 unidades/kg/dia, mais na adolescência. Fonte: Silver B et al., Diabetes Ther. 2018;9(2):449-492 (PMID 29508275).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/tratamento-hipoglicemia-grave — Antes: a ajuda médica só era chamada se a pessoa não respondesse nos 15 minutos após o glucagon. Agora: a ajuda médica é chamada imediatamente após a administração do glucagon, e pode dar-se uma segunda dose aos 15 minutos, enquanto se espera pela ajuda. Fonte: resumos das características de Gvoke e Baqsimi (FDA), secção 2.1.
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/remissao — Antes: a página dizia que, por vezes, com glicemias perfeitas, a insulina podia ser parada na remissão total. Agora: parar a insulina é raro, temporário e decidido apenas pela equipa médica, com uma monitorização atenta da glicemia. Fonte: Auditoria interna de segurança do doente, 5 de outubro de 2026.
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/etapas, dm1/peso, dm1/propagacao — Antes: o teplizumab era descrito como aprovado a partir dos 8 anos. Agora: as páginas já não indicam uma idade mínima. A indicação foi alargada em abril de 2026 (nos EUA, a partir de 1 ano, no estádio 2) e varia de país para país. Fonte: folheto de Tzield (teplizumab), FDA, junho de 2026.
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: o teplizumab atrasaria em 2–3 anos a perda da função beta quando administrado nos estádios precoces. Agora: em crianças de 8–17 anos com diagnóstico recente, o teplizumab abranda a diminuição da produção própria de insulina. Fonte: Ramos EL et al., N Engl J Med. 2023;389(23):2151-2161 (PROTECT, PMID 37861217).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/icr — Antes: a maioria das pessoas precisaria de até 50% mais insulina ao pequeno-almoço e de 30–50% menos ao almoço. Agora: muitas pessoas precisam de mais insulina ao pequeno-almoço, e cerca de metade tem o fenómeno do amanhecer. Fonte: Hegab AM, Pediatr Diabetes. 2019;20(8):1087-1093 (PMID 31433557).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/evolucao — Antes: nos idosos frágeis aceitava-se uma HbA1c até 8–8,5%. Agora: o alvo depende do estado de saúde, abaixo de 8% com doenças associadas e sem um valor concreto nos muito frágeis. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S277-S296 (PMID 41358888).
  • 5 de outubro de 2026 · dm2/causas — Antes: o rastreio da diabetes tipo 2 estava ligado à idade acima de 45 anos. O alvo de HbA1c para um início depois dos 75 anos era de 7,5–8%. Agora: o rastreio faz-se em todos os adultos a partir dos 35 anos e em qualquer idade com excesso de peso e um fator de risco. O alvo de HbA1c nos idosos depende do estado de saúde. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893) e American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S277-S296 (PMID 41358888).
  • 5 de outubro de 2026 · dm2/causas — Antes: após a diabetes gestacional o risco chegava a 50% a longo prazo, e a pré-diabetes progredia 10% por ano. Cada kg a mais aumentava o risco em 5%, e a incidência duplicava a cada década. Agora: após a diabetes gestacional o risco é quase 10 vezes mais elevado, e a pré-diabetes progride 5–10% por ano. Os números por kg e por década foram retirados por não terem fonte. Os sumos de fruta naturais estão separados das bebidas açucaradas e aumentam o risco em cerca de 7% por porção diária. Fonte: Vounzoulaki E et al., BMJ 2020 (PMID 32404325), Tabák AG et al., Lancet 2012 (PMID 22683128) e Imamura F et al., BMJ 2015 (PMID 26199070).
  • 5 de outubro de 2026 · sensores/principio-de-medicao — Antes: a maioria dos sensores funcionava entre 7 e 15 dias, «recentemente até 21 dias». Agora: a página indica entre 7 e 15 dias. Os 21 dias vinham de um estudo em que o sensor foi usado de propósito até falhar, e não de um sistema aprovado. Fonte: Bhargava A et al., Diabetes Ther. 2025;16(9):1861-1870 (PMID 40705275).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/sintomas-hipoglicemia — Antes: a figura chamava «a zona habitual entre refeições» a qualquer glicemia a partir de 60 mg/dL (3,3 mmol/L). Agora: a nota indica que entre 60 e 69 mg/dL (3,3–3,8 mmol/L) já é uma hipoglicemia de nível 1, que se trata mesmo sem sinais. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 5 de outubro de 2026 · dm1/insulinas — Antes: o análogo lento «dura pelo menos 24 horas», e a degludec «até 42 horas». Agora: o análogo lento dura cerca de 24 horas, e a degludec mais de 42 horas, porque 42 horas é a duração mínima medida. Fonte: Owens DR et al., Diabetes Metab. 2019;45(4):330-340 (PMID 30496834).
  • 5 de outubro de 2026 · dm2/descricao, dm1/distincao — Antes: o tratamento inicial da diabetes tipo 2 era descrito como «modificações do estilo de vida e medicamentos orais». Agora: os medicamentos são escolhidos de acordo com as doenças associadas e podem ser comprimidos ou injeções, como a metformina ou os agonistas do recetor do GLP-1. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S183-S215 (PMID 41358900).
  • 5 de outubro de 2026 · sensores/principio-implantavel — Antes: a página dizia apenas que o paracetamol e a vitamina C não alteram as leituras do sensor implantável. Agora: acrescenta que a tetraciclina e o manitol as podem distorcer. Fonte: Lorenz C et al., Diabetes Technol Ther. 2018;20(5):344-352 (PMID 29600877).
  • 6 de outubro de 2026 · dm2/descricao — Antes: a produção residual de insulina era demonstrada por um péptido C acima de 1 ng/mL. Agora: a produção residual é demonstrada por um péptido C acima de 0,6 ng/mL (0,2 nmol/L). Fonte: Lin YY et al., Diabet Med. 2025;42(3):e15469 (PMID 39797595).
  • 7 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: «Adia o exercício até os corpos cetónicos ficarem negativos (abaixo de 0,6 mmol/L) e a glicemia descer abaixo de 250 mg/dL (13,9 mmol/L).» Agora: «Adia o exercício até os corpos cetónicos ficarem negativos (abaixo de 0,6 mmol/L). O exercício intenso também se adia se a glicemia for de 350 mg/dL (19,4 mmol/L) ou mais.» Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S297-S320 (PMID 41358890).
  • 7 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: os corpos cetónicos verificavam-se com glicemias acima de 250 mg/dL (13,9 mmol/L). Agora: o limiar de verificação é 270 mg/dL (15 mmol/L). Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5:377-390 (PMID 28126459).
  • 9 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: a página indicava que as glicemias do último mês representam 50% da HbA1c, e as de há três meses, 10%. Dizia também que os glóbulos vermelhos vivem «em geral três meses». Agora: a HbA1c é descrita como uma média ponderada, em que as glicemias das últimas semanas pesam mais. As percentagens foram retiradas porque nenhuma fonte verificada as contém. Os glóbulos vermelhos vivem cerca de 120 dias, mas a HbA1c reflete os últimos 2–3 meses. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/isf — Antes: quando as correções falhavam constantemente, o fator de sensibilidade era aumentado temporariamente. Agora: o fator é reduzido temporariamente, para que cada correção traga mais insulina, depois de falar com o médico. Fonte: Davidson PC et al., Endocr Pract. 2008;14(9):1095-1101 (PMID 19158048).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/esquemas — Antes: a dose esquecida de insulina glargina só se fazia se tivessem passado menos de 12 horas; caso contrário, saltava-se até ao dia seguinte. Agora: a dose esquecida pode fazer-se assim que te lembrares ou, em alternativa, fazem-se várias doses de insulina rápida até à hora habitual. Os corpos cetónicos verificam-se sempre que a glicemia estiver acima de 200 mg/dL (11,1 mmol/L). Fonte: Silver B et al., Diabetes Ther. 2018;9(2):449-492 (PMID 29508275) e American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/remissao, dm1/evolucao — Antes: a lua de mel começava 1–2 semanas após o diagnóstico e por vezes permitia interromper completamente a insulina. Agora: a remissão começa em geral 1–2 semanas, e no máximo dois meses, após o diagnóstico, e a insulina só é interrompida por decisão do médico. Fonte: Abdul-Rasoul M et al., Pediatr Diabetes. 2006;7(2):101-107 (PMID 16629716).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/alimentos-hipoglicemia — Antes: o iogurte, o queijo, o fiambre e o leite eram recomendados para o lanche depois de corrigir uma hipoglicemia. Agora: o lanche contém hidratos de carbono de absorção lenta, como pão, leite ou uma peça de fruta. O queijo e o fiambre não evitam uma nova descida da glicemia. Fonte: Abraham MB et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1322-1340 (PMID 36537534) e Paterson MA et al., Diabet Med. 2019;36(12):1585-1599 (PMID 31454430).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/depois-hipoglicemia, dm1/tratamento-hipoglicemia, dm1/sintomas-hipoglicemia — Antes: antes de conduzir esperavam-se 45 minutos depois da correção, e pelo menos uma hora na página dos sintomas. Agora: as três páginas indicam esperar pelo menos 45 minutos depois de a glicemia medida voltar ao normal, e não começar a conduzir com a glicemia abaixo de 90 mg/dL (5,0 mmol/L). Fonte: Graveling AJ et al., Clin Diabetes Endocrinol. 2015;1:8 (PMID 28702227) e Trawley S et al., Diabetes Technol Ther. 2022;24(5):350-356 (PMID 35156852).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/psicologia — Antes: os amigos eram aconselhados a pedir ajuda apenas em caso de perda de consciência. Agora: se não conseguires engolir, não responderes ou tiveres convulsões, não te devem dar nada pela boca, devem dar-te o glucagon e chamar de imediato os serviços de emergência. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16. Online ahead of print (PMID 42747450).
  • 12 de outubro de 2026 · sensores/monitoramento — Antes: depois do alarme de glicemia baixa faltava repetir os 15 g de hidratos de carbono, e a frase sobre vómitos e sonolência podia ler-se como conselho para a hipoglicemia. Agora: se, após 15 minutos, a glicemia continuar abaixo de 70 mg/dL (3,9 mmol/L), tomam-se mais 15 g. Na hipoglicemia grave, quem está perto dá glucagon e chama a emergência, e o serviço de urgência fica para a glicemia alta com vómitos ou respiração difícil. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: no exercício não planeado recomendavam-se 15 g de hidratos de carbono por hora. Agora: 15–20 g por hora podem bastar apenas se a dose de insulina tiver sido reduzida antecipadamente. Sem essa redução, podem ser precisos até 60 g por hora. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/etapas, dm1/rastreio — Antes: na fase 1 aplicavam-se os intervalos de seguimento de um único autoanticorpo, incluindo uma vez a cada 3 anos nos adultos. Agora: na fase 1, a HbA1c e a glicemia verificam-se a cada 3 meses antes dos 3 anos, a cada 6 meses dos 3 aos 9 anos e anualmente depois dos 9 anos e nos adultos. Na fase 2, os controlos são a cada 3 meses nas crianças e a cada 6 meses nos adultos. Cada esquema de teste é atribuído ao grupo certo. Fonte: Haller MJ et al., Horm Res Paediatr. 2024;97(6):529-545 (PMID 39662065) e Phillip M et al., Diabetologia. 2024;67(9):1731-1759 (PMID 38910151).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/criterios — Antes: a origem autoimune só era confirmada por pelo menos dois autoanticorpos. Agora: na diabetes clinicamente manifesta basta um único autoanticorpo, e um título próximo do limite superior do normal repete-se após 3 meses. Fonte: Evans-Molina C et al., Diabetes Obes Metab. 2025;27(Suppl 6):57-68 (PMID 40230204).
  • 12 de outubro de 2026 · calculadoras/phq-9 — Antes: o texto aconselhava-te a falar com alguém se tivesses assinalado alguma coisa na última pergunta. Agora: qualquer resposta diferente de «Nunca» à pergunta sobre pensamentos de morte ou de te magoares exige uma conversa no mesmo dia com o médico ou com uma pessoa próxima. Em caso de perigo imediato, liga-se para o número de emergência. Fonte: Kroenke K et al., J Gen Intern Med. 2001;16(9):606-613 (PMID 11556941).
  • 12 de outubro de 2026 · calculadoras/pressao-arterial — Antes: a página dizia apenas que uma única medição não faz um diagnóstico, por mais alto que seja o número. Agora: acima de 180/120 mmHg com dor no peito, falta de ar ou sinais neurológicos liga-se para a emergência; sem esses sinais repete-se a medição e avisa-se o médico. A calculadora mostra a mesma mensagem. Fonte: Jones DW et al., Hypertension. 2025;82(10):e212-e316 (PMID 40811516).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/sintomas-hipoglicemia — Antes: os limiares de 60 e 50 mg/dL (3,3 e 2,8 mmol/L) eram atribuídos a fontes que não os contêm. Agora: os limiares têm a sua própria fonte, um estudo em pessoas sem diabetes, e para o tratamento conta o valor de 54 mg/dL (3,0 mmol/L). Fonte: Mitrakou A et al., Am J Physiol. 1991;260(1 Pt 1):E67-E74 (PMID 1987794).
  • 12 de outubro de 2026 · dm1/etapas, dm1/propagacao, dm1/autoimunidade, dm1/apoiar, dm1/rastreio — Antes: as páginas sobre o teplizumab não referiam nenhum risco do tratamento. Agora: indicam que é dado por perfusão sob vigilância médica e que pode baixar temporariamente os linfócitos e reativar alguns vírus, raramente de forma grave. Fonte: Dias RP et al., Diabet Med. 2026;43(7):e70329 (PMID 42051156) e Klemann C et al., Diabetes Care. 2026;49(10):1790-1794 (PMID 42520060).
  • 12 de outubro de 2026 · bombas/adesivo-bolus — Antes: o adesivo de bolus usava-se 3 dias, após a correção de 21 de setembro de 2026, e libertava duas unidades por clique. Agora: usa-se até 7 dias, segundo a autorização da FDA de abril de 2026, e uma versão autorizada liberta uma unidade por clique. A correção de 21 de setembro baseara-se em trabalhos de 2018 sobre a versão antiga. Fonte: U.S. FDA, 510(k) K252757 e K243273.
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/inicio — Antes: a página dizia que as crianças com história familiar de DT1 têm um risco ainda maior de início grave. Agora: as crianças que já têm um familiar com DT1 apresentam cetoacidose no início com menos frequência. Fonte: Usher-Smith JA et al., BMJ. 2011;343:d4092 (PMID 21737470).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/autoanticorpos — Antes: o GADA era apresentado como o autoanticorpo que persiste mais tempo após o diagnóstico, e o IA-2A como um que desce depressa. Agora: o GADA e o IA-2A são os que persistem mais tempo, enquanto o ZnT8A diminui mais depressa, sobretudo nos primeiros 5 anos. Fonte: Williams CL et al., Clin Exp Immunol. 2022;210(2):151-162 (PMID 36181724).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/autoimunidade — Antes: a página dizia que o processo autoimune não pode ser travado «por enquanto, fora dos ensaios clínicos». Agora: não pode ser travado de forma definitiva, mas um tratamento aprovado, o teplizumab, pode abrandá-lo. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16. Online ahead of print (PMID 42747450).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/doencas-autoimunes — Antes: o início da DM tipo 1 numa idade mais avançada era apresentado como fator de risco para uma doença autoimune adicional. Agora: o início na primeira infância associa-se sobretudo à doença celíaca, e o início mais tardio, às doenças da tiroide. Fonte: Samuelsson J et al., Diabetologia. 2024;67(4):679-689 (PMID 38252314).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/o-que-e — Antes: na diabetes tipo 2, o tratamento inicial incluía medicamentos orais, e a insulina era por vezes necessária em estádios mais avançados. Nos jovens, a diabetes surgia após a destruição de «ainda menos» de 60–90% das células beta. Agora: o tratamento começa com medicamentos escolhidos de acordo com as doenças associadas, comprimidos ou injeções, e a insulina pode ser necessária logo no diagnóstico se a glicemia for muito elevada. A precisão sobre os jovens foi retirada. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S183-S215 (PMID 41358900).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/confirmacao-hipoglicemia — Antes: no doente inconsciente «chama-se ajuda», e a conclusão dizia que a hipoglicemia de compressão não precisa de tratamento. Agora: chamam-se de imediato os serviços de emergência, e um valor baixo durante a noite verifica-se com o medidor antes de ser considerado falso. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894) e American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S150-S165 (PMID 41358889).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/estreia-com-cetoacidose — Antes: o edema cerebral era explicado por uma descida demasiado rápida da glicemia e da osmolalidade. A cetoacidose na estreia era dada como 60–80% nos países com rendimentos baixos e médios. Agora: a causa não está totalmente esclarecida, e a diminuição do fluxo de sangue no cérebro e a inflamação parecem ter um papel importante. A frequência na estreia varia entre países de cerca de 13% a 80%. Fonte: Siddiqui EU et al., Ann Pediatr Endocrinol Metab. 2025;30(5):242-249 (PMID 41207289) e Niechciał E et al., Pediatr Diabetes. 2025;2025:8927409 (PMID 40741228).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/distincao — Antes: com a mesma idade no início, o risco cardiovascular e o impacto na longevidade eram apresentados como maiores na DM tipo 2. A fonte citada não fazia esta comparação. Agora: com início entre os 15 e os 30 anos, a DM tipo 2 leva a mais mortes e complicações do que a DM tipo 1. Fonte: Constantino MI et al., Diabetes Care. 2013;36(12):3863-3869 (PMID 23846814).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/depois-hipoglicemia — Antes: o cansaço após uma hipoglicemia era apresentado como nunca sendo uma nova hipoglicemia. Agora: o cansaço vem geralmente da recuperação mais lenta do cérebro, mas a glicemia é verificada, e não se tomam hidratos de carbono a mais se o valor for normal. Fonte: Abraham MB et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1322-1340 (PMID 36537534).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/propagacao — Antes: a serorreversão era descrita como mais frequente com uma idade mais avançada na seroconversão. Agora: surge sobretudo em pessoas com um único autoanticorpo e com título baixo ou em descida. Fonte: Vehik K et al., Diabetes Care. 2016;39(9):1535-1542 (PMID 27311490).
  • 13 de outubro de 2026 · dm1/fatores-nutricionais — Antes: o efeito dos legumes de raiz e das frutas introduzidos antes dos 4 meses desaparecia após os 3 anos. O excesso de peso na infância «duplicava» o risco, e a manutenção do peso era apresentada como benefício demonstrado. Agora: os legumes de raiz introduzidos cedo associam-se a um risco maior, os cereais e o ovo apenas até aos 3 anos. As frutas introduzidas entre os 4 e os 6 meses associam-se a um risco menor. A obesidade na infância associa-se a um risco cerca de duas vezes maior, e o benefício de manter o peso não foi demonstrado. Fonte: Virtanen SM et al., Diabet Med. 2011;28(8):965-971 (PMID 21418094), Lampousi AM et al., EBioMedicine. 2021;72:103633 (PMID 34656932) e Verbeeten KC et al., Diabet Med. 2011;28(1):10-18 (PMID 21166841).
  • 14 de outubro de 2026 · dm1/fatores-nutricionais — Antes: um nível baixo de vitamina D na mãe era apresentado como capaz de aumentar o risco de DM tipo 1, com uma fonte que não mencionava a vitamina D. Agora: a ligação surgiu em alguns estudos, apenas para o último trimestre, mas não se confirmou em todos os dados. Os suplementos na gravidez não alteram o risco. Fonte: Lampousi AM et al., EBioMedicine. 2021;72:103633 (PMID 34656932), Sørensen IM et al., Diabetes. 2012;61(1):175-178 (PMID 22124461) e Silvis K et al., Pediatr Diabetes. 2019;20(1):86-92 (PMID 30411443).
  • 14 de outubro de 2026 · dm1/fatores-nutricionais — Antes: dizia-se que os emulsionantes e os produtos formados a temperaturas elevadas aumentavam «provavelmente» o risco de DM tipo 1 em animais, com uma fonte que não estudava a DM tipo 1. Agora: em ratinhos, os emulsionantes alteraram as bactérias intestinais e provocaram inflamação intestinal, e os alimentos ricos em produtos formados a temperaturas elevadas aumentaram o risco de DM tipo 1. Fonte: Chassaing B et al., Nature. 2015;519(7541):92-96 (PMID 25731162) e Peppa M et al., Diabetes. 2003;52(6):1441-1448 (PMID 12765955).
  • 14 de outubro de 2026 · dm1/fatores-nutricionais — Antes: um nível sanguíneo elevado de gorduras saturadas era associado a um risco maior. Agora: os níveis mais altos de algumas gorduras saturadas no sangue dos lactentes associaram-se a um menor risco de autoimunidade e refletem em parte o leite recebido. Fonte: Niinistö S et al., Diabetologia. 2017;60(7):1223-1233 (PMID 28474159) e Hakola L et al., Eur J Nutr. 2023;62(2):847-856 (PMID 36284022).
  • 14 de outubro de 2026 · dm1/fatores-nutricionais — Antes: um nível mais elevado de vitamina E no sangue era associado a um menor risco de DM tipo 1. Agora: um maior aporte de vitamina E pela alimentação associa-se a um risco um pouco menor de autoimunidade e, possivelmente, de DM tipo 1. Fonte: Mattila M et al., Diabetologia. 2026;69(4):917-929 (PMID 41413297).
  • 14 de outubro de 2026 · dm1/fatores-nutricionais — Antes: dizia-se que a dieta mediterrânica melhorava «claramente» o controlo glicémico nas crianças com DM tipo 1. Agora: uma melhor adesão a esta dieta associa-se a um melhor controlo glicémico. Fonte: Güneş Kaya D et al., BMC Endocr Disord. 2024;24(1):63 (PMID 38724988) e Nóvoa-Medina Y et al., Front Nutr. 2024;10:1338601 (PMID 38249596).
  • 14 de outubro de 2026 · dm1/fibra-poliois — Antes: a página aconselhava pesar as leguminosas cozidas, sem esclarecer que o valor do pacote de leguminosas secas se refere ao produto seco. Combinadas, as duas instruções podiam triplicar os HC contados. Agora: verificas primeiro se o rótulo se refere ao produto seco ou ao cozido, e para o produto seco pesas antes de cozer. Fonte: Revisão interna do texto, 14 de outubro de 2026.
  • 14 de outubro de 2026 · dm1/gramas-porcoes — Antes: dizia-se que um erro de 10 g de HC mudava muito a glicemia e que nas crianças tinha «um impacto muito grande». Agora: uma dose bem calculada costuma cobrir um desvio de até 10 g. Nas crianças e adolescentes é preciso um erro de 20 g para aumentar significativamente o risco de hipoglicemia ou de hiperglicemia. Fonte: Smart CE et al., Diabet Med. 2012;29(7):e21-e24 (PMID 22268422) e Bell KJ et al., J Diabetes Complications. 2015;29(8):1323-1329 (PMID 26422396).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/isf — Antes: entre duas correções com insulina análoga rápida esperavam-se duas horas, sem nenhuma condição. Agora: uma nova correção pode ser feita após pelo menos duas horas apenas se for subtraída a insulina ainda ativa, caso contrário após pelo menos 4 horas. Nos dias de doença o intervalo é de 2–3 horas, igual em todo o texto. Fonte: Walsh J et al., J Diabetes Sci Technol. 2014;8(1):170-178 (PMID 24876553).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/isf — Antes: nos dias de doença, os corpos cetónicos eram verificados se a glicemia se mantinha acima de 250 mg/dL (13,9 mmol/L) mais de três horas, e as correções podiam chegar a cerca de 150% da dose habitual, um número sem fonte. Agora: os corpos cetónicos medem-se desde o início da doença e enquanto a glicemia estiver acima de 200 mg/dL (11,1 mmol/L), e as doses de correção podem ser maiores do que o habitual. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: a correção feita perante corpos cetónicos, antes do exercício, podia chegar a cerca de 150% da dose habitual, um número sem fonte. Agora: a dose de correção pode ser maior do que o habitual, segundo o protocolo combinado com a equipa médica. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5:377-390 (PMID 28126459).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/hipoglicemia-grave — Antes: entre as situações em que se chama o serviço de urgência estava o doente que «não recupera depois do glucagon», uma formulação que podia ser lida como uma condição. Agora: chama-se o serviço de urgência sempre que o doente não está plenamente consciente ou não consegue engolir. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/porque-hipoglicemia — Antes: perante uma dose de insulina demasiado alta, a página dava apenas a conduta em casa. Agora: se a dose errada for grande, avisa-se de imediato a equipa médica ou vai-se às urgências, porque a hipoglicemia pode durar muitas horas e exigir glicose endovenosa. Fonte: Johansen NJ, Christensen MB, Basic Clin Pharmacol Toxicol. 2018;122(6):650-659 (PMID 29316226).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/refeicao-baixa-hidratos — Antes: a interação dos medicamentos com uma alimentação muito pobre em hidratos de carbono limitava-se ao risco de hipoglicemia. Agora: os inibidores do SGLT2 aumentam o risco de cetoacidose quando a ingestão de hidratos de carbono é muito baixa, e com uma alimentação continuamente muito pobre em hidratos de carbono o glucagon pode atuar pior numa hipoglicemia grave. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S89-S131 (PMID 41358898) e Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/regime — Antes: subtrair metade da fibra acima de 5 g era indicado sem o tipo de rótulo, portanto também para os rótulos da UE, onde levaria a uma dose de insulina demasiado baixa. Agora: a regra aplica-se apenas aos rótulos americanos e canadianos, e num rótulo da UE a fibra não se subtrai, porque não está incluída em «Hidratos de carbono». Fonte: Stephen AM et al., Nutr Res Rev. 2017;30(2):149-190 (PMID 28676135) e Korczak R, Slavin JL, Nutr Rev. 2020;78(Suppl 1):6-12 (PMID 32728750).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/fibra-poliois — Antes: a regra americana era resumida como «subtrai a fibra quando ultrapassar 5 g». Agora: «subtrai metade da fibra quando ultrapassar 5 g», tal como na página sobre a alimentação. Fonte: Korczak R, Slavin JL, Nutr Rev. 2020;78(Suppl 1):6-12 (PMID 32728750).
  • 17 de outubro de 2026 · dm1/remissao — Antes: na lua de mel «não tens hipoglicemias». Agora: as glicemias são muitas vezes mais estáveis, mas ainda podem surgir hipoglicemias se as doses de insulina não forem reduzidas a tempo. Fonte: Gubitosi-Klug RA et al., J Clin Invest. 2021;131(3):e143011 (PMID 33529168).
  • 17 de outubro de 2026 · bombas/limitacoes — Antes: a maioria das bombas detetava as obstruções e avisava através de um alarme. Agora: o alarme de obstrução pode atrasar mais de duas horas ou não tocar, e o problema costuma notar-se primeiro pelo aumento da glicemia. Fonte: Hughes MS et al., Diabetes Technol Ther. 2023;25(6):426-430 (PMID 36856574).
  • 17 de outubro de 2026 · bombas/adesivo-bolus — Antes: a ordem dos passos podia ser lida como aplicação na pele seguida do escorvamento, com a insulina do escorvamento a chegar ao tecido. Agora: o escorvamento faz-se depois de encher e antes de aplicar o dispositivo na pele. Fonte: Dreon DM et al., J Diabetes Sci Technol. 2018;12(4):817-827 (PMID 29488399).
  • 17 de outubro de 2026 · bombas/insulina-rapida — Antes: a página aconselhava medir os corpos cetónicos quando a glicemia se mantém alta depois de uma correção, sem dizer com que se faz a correção seguinte. Podia ser lida como um novo bólus através de um conjunto que já não administra insulina. Agora: a correção faz-se com a caneta de insulina, não com a bomba, e depois muda-se o conjunto de infusão juntamente com o reservatório. Fonte: Meade LT, Rushton WE, Diabetes Educ. 2013;39(6):841-847 (PMID 24045332).
  • 17 de outubro de 2026 · sensores/adjuvante — Antes: a lista de situações em que confirmas com o glicómetro com um sensor não adjuvante omitia a glicemia que muda muito depressa e os medicamentos que interferem com alguns sensores. Agora: com um sensor adjuvante, a dose de insulina define-se sempre com base no glicómetro. Com um sensor não adjuvante, também é preciso confirmar quando a glicemia muda mais de 2 mg/dL (0,1 mmol/L) por minuto. Também enquanto tomas um medicamento que dá valores mais altos (paracetamol, vitamina C em doses altas, hidroxiureia). Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S150-S165 (PMID 41358889).
  • 17 de outubro de 2026 · sensores/aquecimento — Antes: depois do aquecimento, a página remetia diretamente para as decisões baseadas no sensor, sem a precaução do primeiro dia. Agora: no primeiro dia de utilização a exatidão pode ser menor, mesmo com um sensor não adjuvante, por isso confirmas com o glucómetro antes de uma decisão de tratamento. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S321-S338 (PMID 41358885).
  • 17 de outubro de 2026 · sensores/receita — Antes: a hipoglicemia grave era descrita como algo que «já não se resolve em casa», formulação que podia atrasar o glucagon dado por quem está perto até à chegada da ambulância. Agora: se não conseguires engolir, não responderes ou tiveres convulsões, quem está perto não te dá nada pela boca, dá-te glucagon e chama de imediato os serviços de emergência. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 18 de outubro de 2026 · calculadoras/calorias — Antes: um objetivo de perda de peso nunca descia abaixo da taxa metabólica de repouso, uma regra que impedia o défice recomendado nas pessoas sedentárias. Agora: para perder peso, retiram-se habitualmente 500–750 kcal por dia à necessidade diária total. Uma dieta de 800–1000 kcal por dia só se faz sob vigilância médica rigorosa. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S166-S182 (PMID 41358882).
  • 18 de outubro de 2026 · calculadoras/fib-4 — Antes: abaixo dos 35 anos a pontuação era descrita apenas como «menos fiável», e a calculadora mostrava mesmo assim a etiqueta «risco baixo». Agora: abaixo dos 35 anos a pontuação não é suficientemente precisa para confirmar ou excluir uma fibrose avançada. A calculadora mostra então o número sem etiqueta de risco e sugere falar com o médico sobre outros exames, como a elastografia hepática. Fonte: McPherson S et al., Am J Gastroenterol. 2017;112(5):740-751 (PMID 27725647).
  • 18 de outubro de 2026 · calculadoras/risco-cardiovascular — Antes: a página não dizia que as equações PREVENT não se aplicam depois de uma doença cardiovascular, e a calculadora dava um número mesmo após um enfarte. Agora: as equações aplicam-se apenas a pessoas sem doença cardiovascular conhecida, e uma nova caixa de verificação interrompe o cálculo após um enfarte, um acidente vascular cerebral ou insuficiência cardíaca. Fonte: Khan SS et al., Circulation. 2024;149(6):430-449 (PMID 37947085).
  • 22 de outubro de 2026 · calculadoras/risco-cardiovascular — Antes: o rácio albumina/creatinina só podia ser introduzido em mg/g, sem equivalência em mg/mmol. Agora: a calculadora aceita também mg/mmol, e a página indica o limiar de 300 mg/g (30 mg/mmol). Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 22 de outubro de 2026 · calculadoras/risco-cardiovascular — Antes: a página não mencionava as estatinas em doentes com diabetes com mais de 40 anos. Agora: se tens diabetes e mais de 40 anos, o médico costuma considerar uma estatina, seja qual for o número da calculadora. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 22 de outubro de 2026 · glossario — Antes: a oclusão era descrita como assinalada pelo alarme da bomba. Agora: o alarme da bomba pode tocar com mais de duas horas de atraso ou nem tocar, por isso uma glicemia que aumenta sem explicação obriga a verificar o conjunto de infusão. Fonte: Hughes MS et al., Diabetes Technol Ther. 2023;25(6):426-430 (PMID 36856574).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: sem sensor, uma HbA1c abaixo de 6,5% (48 mmol/mol) associava-se a um aumento de cerca de 30% do risco de hipoglicemia grave. Agora: sem as insulinas e as tecnologias modernas, o risco aumenta cerca de 27% por cada descida relativa de 10% da HbA1c. Fonte: Gubitosi-Klug RA et al., Diabetes Care. 2017;40(8):1010-1016 (PMID 28550194).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: o alvo em crianças e adolescentes era abaixo de 7% (53 mmol/mol), e abaixo de 7,5% (58 mmol/mol) nas crianças muito pequenas. Agora: o alvo é de no máximo 6,5% (48 mmol/mol) com sensor e bomba em circuito fechado, se puder ser atingido com segurança, e de no máximo 7% nos restantes casos. Fonte: de Bock M et al., Horm Res Paediatr. 2024;97(6):546-554 (PMID 39701064).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: uma HbA1c de 7% (53 mmol/mol) era associada a glicemias estáveis de 90–150 mg/dL (5–8,3 mmol/L). Agora: a glicemia média correspondente anda à volta de 154 mg/dL (8,6 mmol/L). Fonte: Nathan DM et al., Diabetes Care. 2008;31(8):1473-1478 (PMID 18540046).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/contagem-hidratos-carbono — Antes: as gorduras e as proteínas eram descritas como alterando apenas o momento do aumento da glicemia. Agora: uma refeição rica em gorduras ou proteínas pode precisar de mais insulina ou de um bólus dividido em dois. Fonte: Bell KJ et al., Diabetes Care. 2015;38(6):1008-1015 (PMID 25998293).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/alimentos-hipoglicemia — Antes: o sumo de fruta e o gel de glicose eram colocados ao lado dos comprimidos, com efeito em 10 a 15 minutos. Agora: o sumo aumenta a glicemia mais devagar do que a glicose, e os comprimidos de glicose continuam a ser a primeira escolha. Fonte: Slama G et al., Arch Intern Med. 1990;150(3):589-593 (PMID 2310277).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/porque-hipoglicemia — Antes: o rim era descrito como usando para as suas próprias necessidades a maior parte da glicose que fabrica. Agora: depois de uma noite de jejum, 20–25% da glicose que entra no sangue vem dos rins, e o resto vem do fígado. Fonte: Gerich JE, Diabet Med. 2010;27(2):136-142 (PMID 20546255).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/porque-hipoglicemia — Antes: nas crianças com menos de 6 anos, a prioridade era descrita como a prevenção das hipoglicemias graves. Agora: o cérebro em desenvolvimento é sensível tanto às hipoglicemias graves repetidas como à hiperglicemia persistente. Fonte: Abraham MB et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1322-1340 (PMID 36537534).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/incidencia — Antes: o número de novos casos de DM tipo 1 poderia duplicar até 2040. Agora: o número de pessoas que vivem com DM tipo 1 poderá chegar a 14,7 milhões em 2040, face a 9,5 milhões em 2025. Fonte: Ogle GD et al., Diabetes Res Clin Pract. 2025;225:112277 (PMID 40412624).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/incidencia — Antes: a Finlândia era apresentada em primeiro lugar mundial, com cerca de 50 novos casos por 100000 por ano. Agora: nas crianças, a Finlândia, com cerca de 60, e a Sardenha, com cerca de 74 novos casos por 100000 por ano, têm algumas das incidências mais elevadas do mundo. Fonte: Ripoli C et al., Diabetes Res Clin Pract. 2024;213:111750 (PMID 38885745).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/infeccoes — Antes: a infeção por SARS-CoV-2 era descrita como um fator que aumentou a incidência da DM tipo 1 nas crianças. Agora: o risco 42% maior só surgiu nos dados dos Estados Unidos, e o papel do vírus ainda não está esclarecido. Fonte: Rahmati M et al., J Med Virol. 2023;95(6):e28833 (PMID 37264687).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/infeccoes — Antes: a infeção por SARS-CoV-2 não se associava à autoimunidade pré-sintomática da DM tipo 1. Agora: os dados são contraditórios, e nos lactentes com risco genético elevado os autoanticorpos surgiram com mais frequência após a infeção. Fonte: Lugar M et al., JAMA. 2023;330(12):1151-1160 (PMID 37682551).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/infeccoes — Antes: a vacinação anti-rotavírus tinha um efeito protetor demonstrado. Agora: nas crianças dos países desenvolvidos associou-se a um risco 13% menor de DM tipo 1, mas o efeito ainda tem de ser confirmado. Fonte: Kosmeri C et al., Vaccines (Basel). 2025;13(1):50 (PMID 39852829).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: os nódulos no local de injeção apareciam em mais de metade das pessoas que usam insulina. Agora: aparecem em cerca de 4 em cada 10 pessoas que usam insulina. Fonte: Mader JK et al., J Diabetes Sci Technol. 2026;20(4):1342-1352 (PMID 40109173).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/lada — Antes: a insulina era recomendada desde o diagnóstico para preservar as células beta. Agora: o tratamento com insulina é oferecido desde o diagnóstico, porque a LADA faz parte do espetro da DM tipo 1, e em alguns doentes pode tentar-se um tratamento sem insulina com vigilância atenta. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/autoimunidade — Antes: nos gémeos idênticos, o outro gémeo desenvolvia a doença apenas em cerca de metade dos casos. Agora: o outro gémeo desenvolve-a em 30–70% dos casos, e o risco aumenta com a duração do seguimento. Fonte: Insel RA et al., Diabetes Care. 2015;38(10):1964-1974 (PMID 26404926).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/estreia-com-cetoacidose — Antes: a mortalidade por cetoacidose nas crianças, nos países com bom acesso a terapia intensiva, era «próxima de zero». Agora: a mortalidade é de cerca de 0,1–0,3%. Fonte: Siddiqui EU et al., Ann Pediatr Endocrinol Metab. 2025;30(5):242-249 (PMID 41207289).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/distincao — Antes: a idade e o peso, como únicos critérios, levavam a diagnósticos errados «em até 40% dos casos». Agora: até 40% dos adultos com diabetes tipo 1 são diagnosticados inicialmente com tipo 2. Fonte: Evans-Molina C, Oram RA, Diabetes Obes Metab. 2025;27(Suppl 6):57-68 (PMID 40230204).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/incidencia — Antes: a LADA representava 2–10% dos casos de diabetes. Agora: a LADA representa 2–12% dos casos de diabetes. Fonte: Buzzetti R et al., Diabetes. 2020;69(10):2037-2047 (PMID 32847960).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/perinatal — Antes: a prematuridade extrema (23–27 semanas) reduzia o risco, e a tardia (34–36 semanas) aumentava-o. Agora: o nascimento antes das 32 semanas associa-se a um risco menor, e o nascimento às 32–36 semanas aumenta-o ligeiramente. Fonte: Waernbaum I et al., Diabetologia. 2019;62(7):1173-1184 (PMID 31041471).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: 10–50% das células beta ainda funcionavam no diagnóstico. Agora: 10–40% das células beta ainda funcionam no diagnóstico. Fonte: Chen C et al., Mol Metab. 2017;6(9):943-957 (PMID 28951820).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/remissao — Antes: pelo menos metade dos pacientes tinha remissão parcial, e «um quinto» passava diretamente à dependência total de insulina. Agora: mais de metade tem remissão parcial, e os restantes precisam de doses completas de insulina desde o início. Fonte: Abdul-Rasoul M et al., Pediatr Diabetes. 2006;7(2):101-107 (PMID 16629716).
  • 22 de outubro de 2026 · dm2/causas — Antes: o tabagismo aumentava o risco em 40–60%, até o duplicar acima de 25 cigarros por dia. Agora: o tabagismo aumenta o risco em cerca de 37% nos fumadores ativos e em quase 60% a partir de 20 cigarros por dia. Fonte: Pan A et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2015;3(12):958-967 (PMID 26388413).
  • 22 de outubro de 2026 · dm2/causas — Antes: o risco familiar era dado como 40%, 70% e 15%, e o cabeçalho dizia «+5% de risco por kg» e «10%/ano». Agora: o risco é 2–3 vezes maior com um dos pais e 5–6 vezes com ambos, e o cabeçalho diz «×3,9 de risco após ganhar 20 kg» e «5–10%/ano». Fonte: Sami A et al., Diabetol Metab Syndr. 2025;17(1):185 (PMID 40452079). Ford ES et al., Am J Epidemiol. 1997;146(3):214-222 (PMID 9247005). Tabák AG et al., Lancet. 2012;379(9833):2279-2290 (PMID 22683128).
  • 22 de outubro de 2026 · ds/pancreatico — Antes: a diabetes pancreática representava 5–10% de todos os casos de diabetes. Agora: representa provavelmente cerca de 4–5% de todos os casos de diabetes. Fonte: Hart PA et al., Lancet Gastroenterol Hepatol. 2016;1(3):226-237 (PMID 28404095).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: cada 1% de HbA1c equivalia a cerca de 30 mg/dL (1,7 mmol/L), e 10% e 12% a 13,3 e 16,6 mmol/L. Agora: cerca de 29 mg/dL (1,6 mmol/L), e 13,4 e 16,5 mmol/L, respetivamente. Fonte: Nathan DM et al., Diabetes Care. 2008;31(8):1473-1478 (PMID 18540046).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/infeccoes — Antes: no estudo DiViD, o grupo de comparação era dado como «2 em 11 pessoas» com enterovírus. Agora: 2 em 9 dadores de órgãos sem diabetes. Fonte: Krogvold L et al., Diabetes. 2015;64(5):1682-1687 (PMID 25422108).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/esquemas — Antes: na puberdade as doses chegavam a 1,2–1,5 unidades/kg/dia, e a maioria dos pacientes fazia entre quatro e oito injeções por dia. Agora: na puberdade as doses chegam a 1–2 unidades/kg/dia, e o esquema basal-bólus implica pelo menos quatro injeções por dia. Fonte: Cengiz E et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1277-1296 (PMID 36537533). American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S183-S215 (PMID 41358900).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/mortalidade — Antes: a mortalidade na DM1 «diminui geralmente entre 2,1% e 5,8% por ano». Agora: em seis populações estudadas, a mortalidade diminuiu entre 2,1% e 5,8% por ano. Fonte: Ruiz PLD et al., Diabetologia. 2022;65(6):964-972 (PMID 35314870).
  • 22 de outubro de 2026 · dm2/descricao — Antes: o risco subia para 40% com um dos pais com diabetes e para 70% com ambos. Agora: o risco é 2–3 vezes maior com um dos pais e 5–6 vezes maior com ambos. Fonte: Sami A et al., Diabetol Metab Syndr. 2025;17(1):185 (PMID 40452079).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/insulinas — Antes: a estatística do cabeçalho dava «~50%» da dose diária como insulina basal. Agora: a estatística do cabeçalho diz «30–50%», como no corpo da página. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S183-S215 (PMID 41358900).
  • 22 de outubro de 2026 · calculadoras/gordura-corporal — Antes: o intervalo de obesidade começava nas mulheres nos 32% de gordura corporal, e a calculadora usava o mesmo limiar. Agora: o limiar é acima de 35%, como no padrão da OMS, também na calculadora. Fonte: Romero-Corral A et al., Int J Obes (Lond). 2008;32(6):959-966 (PMID 18283284).
  • 22 de outubro de 2026 · calculadoras/peso-ideal — Antes: a remissão estava ligada a uma perda de peso de 15 a 20% ou mais. Agora: a remissão está ligada a uma perda mantida de mais de 10%. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S166-S182 (PMID 41358882).
  • 22 de outubro de 2026 · bombas/bomba-implantavel — Antes: em metade dos pacientes «a bomba é substituída nos primeiros 4–5 anos». Agora: metade dos pacientes precisa de uma nova operação nos primeiros 4–5 anos, por causa da bomba, do cateter ou da bateria. Fonte: van Dijk PR et al., World J Diabetes. 2012;3(8):142-148 (PMID 22912916).
  • 22 de outubro de 2026 · bombas/adesivo-basal — Antes: devia evitar-se a pele «a menos de cinco centímetros do umbigo». Agora: deve evitar-se a pele à volta do umbigo, e a fonte indica um raio de 2 cm. Fonte: Al-Beltagi M et al., World J Clin Pediatr. 2022;11(6):463-484 (PMID 36439904).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/regime — Antes: o açúcar e a compota continham «95–100% de hidratos de carbono». Agora: o açúcar tem quase 100% de hidratos de carbono, e a compota cerca de 70%. Fonte: USDA FoodData Central, FDC ID 169641.
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/estreia-com-cetoacidose — Antes: o internamento por cetoacidose na estreia durava entre 3 e 10 dias, e a cetoacidose resolvia-se bioquimicamente nas primeiras 12–24 horas. Agora: o internamento dura habitualmente alguns dias, e as durações sem fonte foram retiradas. O destaque indica que 6–21% dos adultos têm cetoacidose na estreia. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: a média das medições com o glucómetro subestimava em geral a média real em 30 mg/dL (1,7 mmol/L). Agora: a média das medições com o glucómetro pode ser inferior à média real, sem um número fixo, porque perdes parte dos picos depois das refeições. Fonte: Nathan DM et al., Diabetes Care. 2008;31(8):1473-1478 (PMID 18540046).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: cada descida de 1% da HbA1c reduzia o risco de complicações em cerca de 30%. Agora: o tratamento intensivo, com uma HbA1c mediana de 7% (53 mmol/mol) comparada com 9% (75 mmol/mol), reduz em 35–76% as complicações microvasculares iniciais. Fonte: Nathan DM et al. (DCCT/EDIC), Diabetes Care. 2014;37(1):9-16 (PMID 24356592).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/incidencia — Antes: o risco acumulado até aos 15 anos chegava a 0,5% nos países de incidência alta, e a figura colocava a Ásia Oriental acima da África subsariana e da Ásia do Sul. Agora: a frase com números sem fonte foi retirada, e as incidências mais baixas estão na Ásia Oriental e do Sudeste. Para a África subsariana e a Ásia do Sul, os dados são escassos e provavelmente subnotificados. Fonte: Tuomilehto J et al., Pediatr Endocrinol Rev. 2020;17(Suppl 1):198-209 (PMID 32208564).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/psicologia — Antes: a fase de negação na estreia durava 2–4 semanas, e um sinal de ansiedade era ultrapassar 15 picadas por dia. Agora: a duração da fase varia muito de pessoa para pessoa, e o sinal é medir muito mais vezes do que o combinado com a equipa. O destaque indica um risco de depressão 2,8 vezes maior. Fonte: Desalegn D et al., J Autoimmun. 2026;158:103524 (PMID 41538974).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/psicologia — Antes: mais de metade dos doentes referia ansiedade nas relações amorosas, e os parceiros viam a gestão da diabetes como sinal de maturidade. Agora: muitos têm medo do momento de contar ou da rejeição, e o controlo excessivo do parceiro associa-se a menos tempo no intervalo-alvo. Fonte: Yorgason JB et al., Fam Syst Health. 2024;42(2):239-253 (PMID 37956065).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/restaurante — Antes: as porções no restaurante eram duas a três vezes maiores do que as das tabelas. Agora: as porções no restaurante são muitas vezes pelo menos o dobro das porções-padrão e aumentaram nas últimas décadas. Fonte: Young LR et al., J Am Diet Assoc. 2003;103(2):231-234 (PMID 12589331).
  • 22 de outubro de 2026 · bombas/bomba-implantavel — Antes: menos de 500 doentes em todo o mundo usavam bombas implantáveis. Agora: usa-as um número pequeno de doentes, seguidos em alguns centros certificados, sobretudo em França e nos Países Baixos. Nenhuma fonte dá um número exato. Fonte: Oliver N et al., Diabetes Obes Metab. 2026;28(10):8801-8811 (PMID 42426563).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/autoanticorpos — Antes: a figura dava, como projeção, um risco de cerca de 21% aos 15 anos com um único autoanticorpo. Agora: a projeção foi retirada, e a figura mantém o valor medido, 15% em 10 anos com um único autoanticorpo. Fonte: Ziegler AG et al., JAMA. 2013;309(23):2473-2479 (PMID 23780460).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/lada — Antes: o controlo glicémico era melhor sobretudo nos primeiros 5 anos, e as hipoglicemias graves eram claramente mais raras do que na diabetes tipo 1 da criança. Agora: o controlo glicémico é habitualmente melhor, e a afirmação sem fonte sobre as hipoglicemias foi retirada. Fonte: Evans-Molina C et al., Diabetes Obes Metab. 2025;27(Suppl 6):57-68 (PMID 40230204).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/remissao — Antes: os adultos com LADA podiam ter uma lua de mel de 3 anos, e a conclusão dava-a mais longa na LADA. Agora: nos adultos com LADA a destruição das células beta é mais lenta, e a insulina pode tornar-se necessária apenas ao fim de vários anos. Fonte: Marcon LMR et al., Case Rep Endocrinol. 2022;2022:9363543 (PMID 35355800).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/peso — Antes: o excesso de peso acelerava a passagem do estádio 1 para o estádio 2, e o destaque chamava-lhe o único fator de risco modificável. Agora: nas crianças com autoanticorpos, o excesso de peso associa-se a um risco de diabetes clínica cerca de 63% maior e é um dos poucos fatores de risco modificáveis. Fonte: Ferrara CT et al., Diabetes Care. 2017;40(5):698-701 (PMID 28202550).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: o péptido C tinha três limiares sem fonte, e a análise anual nos primeiros cinco anos era apresentada como regra. Agora: acima de 0,2 nmol/L (0,6 ng/mL) o péptido C mostra uma função beta preservada, e mede-se sobretudo quando o tipo de diabetes é incerto. Fonte: Leighton E et al., Diabetes Ther. 2017;8(3):475-487 (PMID 28484968). Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/estresse — Antes: o destaque dizia, sem fonte, que 1 em cada 3 doentes tem também outra doença autoimune. Agora: o destaque mostra o risco de diabetes tipo 1 cerca de três vezes maior após um acontecimento de vida grave. Fonte: Nygren M et al., Diabetologia. 2015;58(6):1188-1197 (PMID 25870022).
  • 22 de outubro de 2026 · sensores/tecnologia — Antes: a maioria dos doentes só sentia a picada do anestésico na colocação do sensor implantável. Agora: nos estudos, a dor ou o desconforto no local do sensor surgiram no máximo em 3 em cada 100 pessoas, sem eventos graves relacionados com o dispositivo. Fonte: Deiss D et al., Diabetes Technol Ther. 2020;22(1):48-52 (PMID 31418587).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/perinatal — Antes: a associação com a incompatibilidade Rh tinha desaparecido graças à profilaxia com imunoglobulina anti-D. Agora: a associação já não aparece nas coortes modernas seguidas desde o nascimento, e a explicação sem fonte foi retirada. Fonte: Waernbaum I et al., Diabetologia. 2019;62(7):1173-1184 (PMID 31041471).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/fatores-nutricionais — Antes: o peso elevado ao nascer era um fator modificável pelo controlo glicémico na gravidez, e os alimentos de índice glicémico baixo eram uma estratégia de prevenção. Agora: a associação mantém-se após o ajuste para a diabetes da mãe, e o efeito dos alimentos de índice glicémico baixo na evolução da doença não está provado. Fonte: Cardwell CR et al., Diabetologia. 2010;53(4):641-651 (PMID 20063147). Lamb MM et al., Diabetologia. 2015;58(9):2027-2034 (PMID 26048237).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/regime — Antes: os edulcorantes só afetavam o microbioma com um consumo crónico muito elevado. Agora: os efeitos dos edulcorantes no microbioma e na tolerância à glicose ainda são incertos, com resultados contraditórios. Fonte: Angelin M et al., Front Nutr. 2024;11:1411560 (PMID 38988858).
  • 22 de outubro de 2026 · calculadoras/phq-9 — Antes: a pesquisa ativa da depressão era recomendada sem fonte e sem frequência. Agora: a depressão é cerca de duas vezes mais frequente na diabetes, e os sintomas depressivos procuram-se em todos os doentes pelo menos uma vez por ano. Fonte: Anderson RJ et al., Diabetes Care. 2001;24(6):1069-1078 (PMID 11375373). American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S89-S131 (PMID 41358898).
  • 22 de outubro de 2026 · sensores/receita — Antes: muitos sensores sem receita atualizavam o valor a cada 15 minutos, e o destaque e a conclusão diziam que mostram apenas tendências. Agora: alguns sensores sem receita atualizam o valor a cada 15 minutos, e todos mostram os valores e as tendências, mas sem alarmes. Fonte: U.S. FDA, 5.03.2024.
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/pequeno-almoco-baixo-hidratos — Antes: a gordura dos frutos secos abrandava o aumento da glicemia, e duas fontes citadas não sustentavam as afirmações. Agora: a gordura pode atrasar o esvaziamento do estômago, por isso a glicemia sobe mais devagar nas primeiras horas, e em algumas pessoas a cafeína pode aumentar sozinha a glicemia. Fonte: Bell KJ et al., Diabetes Care. 2015;38(6):1008-1015 (PMID 25998293).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/vitamina-d — Antes: na gravidez recomendavam-se cerca de 6000 UI/dia, e as doses maternas de 400–600 UI/dia eram consideradas insuficientes. Agora: algumas orientações propõem na gravidez uma suplementação acima de 600 UI/dia, sem ultrapassar 4000 UI/dia, e na amamentação 6400 UI/dia asseguram a vitamina D de que o bebé precisa. Fonte: Demay MB et al., J Clin Endocrinol Metab. 2024;109(8):1907-1947 (PMID 38828931). Ross AC et al., J Clin Endocrinol Metab. 2011;96(1):53-58 (PMID 21118827). Hollis BW et al., Pediatrics. 2015;136(4):625-634 (PMID 26416936).
  • 22 de outubro de 2026 · bombas/com-tubo — Antes: o set de infusão mudava-se a cada três dias. Agora: o set muda-se a cada 2–3 dias, consoante o tipo, ou mais cedo se for necessário. O mesmo nas páginas sobre as diferenças e a perfusão contínua. Fonte: Deiss D et al., Diabetes Technol Ther. 2016;18(9):517-524 (PMID 27526329).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/depois-hipoglicemia — Antes: a reavaliação do tratamento era necessária após um único episódio grave ou após vários episódios abaixo de 54 mg/dL (3,0 mmol/L) numa semana. Agora: um único episódio de nível 2, abaixo de 54 mg/dL (3,0 mmol/L), ou de nível 3 basta para reavaliar o tratamento. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: o alvo mais flexível, abaixo de 8% (64 mmol/mol), ligava-se à idade avançada, e o mais rigoroso à juventude. Agora: o alvo mais flexível depende das hipoglicemias graves ou frequentes, de outras doenças graves e das complicações avançadas, e o mais rigoroso de uma boa saúde. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/fibra-poliois — Antes: no rótulo europeu não se subtraía nada, embora a mesma página subtraísse metade dos polióis acima de 5 g por porção. Agora: no rótulo europeu não subtrais a fibra, e dos hidratos de carbono subtrais metade dos polióis acima de 5 g por porção e todo o eritritol. A mesma regra aparece na página sobre o rótulo. Fonte: Zumbé A et al., Br J Nutr. 2001;85(Suppl 1):S31-S45 (PMID 11318000). Regulation (EU) No 1169/2011, OJ L 304:18-63.
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/criterios — Antes: a confirmação exigia uma segunda análise de outra amostra, e o tipo 1 diagnosticava-se só pela glicemia ou pela HbA1c. Agora: a confirmação pode vir de outra análise na mesma amostra ou da mesma análise repetida noutro dia. A glicemia e a HbA1c diagnosticam a diabetes, e o tipo 1 estabelece-se depois pelo quadro clínico, pelos autoanticorpos e pelo péptido C. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/porque-hipoglicemia — Antes: a resposta do glucagon à hipoglicemia só por vezes faltava. Agora: a resposta do glucagon desaparece na maioria dos doentes nos primeiros anos de diabetes. Fonte: Abraham MB et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1322-1340 (PMID 36537534).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/refeicao-baixa-hidratos — Antes: a regra de cálculo da dose de insulina não mudava nas refeições pequenas. Agora: nas refeições de 20 g de HC ou menos, o rácio habitual pode dar insulina a menos, e o médico pode ajustá-lo. O mesmo na página sobre o almoço. Fonte: Cordon NM et al., Diabet Med. 2022;39(2):e14675 (PMID 34415640).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/esquemas — Antes: o esquema basal-bólus dava o melhor controlo glicémico possível, sem qualquer ressalva. Agora: o esquema basal-bólus dá o melhor controlo glicémico possível com injeções. Fonte: Cengiz E et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1277-1296 (PMID 36537533).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/doencas-autoimunes — Antes: a tiroide e a doença celíaca eram rastreadas periodicamente, toda a vida, mesmo sem sintomas. Agora: a tiroide é verificada periodicamente. A doença celíaca procura-se sem sintomas apenas nas crianças, no diagnóstico, nos dois primeiros anos e após os cinco anos, e nos adultos se surgirem sintomas, sinais ou análises que a sugiram. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S61-S88 (PMID 41358897). American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S297-S320 (PMID 41358890).
  • 22 de outubro de 2026 · dm2/descricao — Antes: a diabetes tipo 2 representava 90% dos casos, e nos jovens as complicações surgiam 10–15 anos mais cedo. Agora: a diabetes tipo 2 representa 90–95% dos casos, e nos que são diagnosticados jovens as complicações surgem mais cedo, sem um número fixo. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893).
  • 22 de outubro de 2026 · ds/pancreatico — Antes: a diabetes tipo 2 era definida pela resistência à insulina. Agora: na diabetes tipo 2 a secreção de insulina diminui progressivamente, muitas vezes num contexto de resistência à insulina. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/recaida — Antes: o ataque autoimune reaparecia após a lua de mel, e a lua de mel era mais longa com o diagnóstico depois da puberdade. Agora: o ataque autoimune continua também durante a lua de mel. Esta surge com mais frequência nas crianças diagnosticadas depois dos 5 anos, sem cetoacidose e com uma maior reserva beta. Fonte: Cabrera SM et al., Diabetologia. 2018;61(11):2356-2370 (PMID 30167736). Cimbek EA et al., J Pediatr Endocrinol Metab. 2021;34(10):1311-1317 (PMID 34271601).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/rastreio — Antes: a análise positiva repetia-se ao fim de cerca de três meses, de preferência com o mesmo método de laboratório. Agora: a análise repete-se no prazo máximo de três meses, de preferência num laboratório independente, certificado pelo IASP. Fonte: Haller MJ et al., Horm Res Paediatr. 2024;97(6):529-545 (PMID 39662065).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/hipoglicemia — Antes: os episódios ligeiros de hipoglicemia não deixavam sequelas. Agora: os episódios frequentes de hipoglicemia enfraquecem os sinais de alerta e aumentam o risco de hipoglicemia grave. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/tratamento-hipoglicemia-grave — Antes: a taxa de sucesso do glucagon era de quase 100% nas duas formas, sem qualquer condição. Agora: a taxa de quase 100% vem de estudos e é válida quando a dose completa é administrada corretamente. Fonte: Pontiroli AE et al., Acta Diabetol. 2020;57(6):743-749 (PMID 32025860). Yale JF et al., Diabetes Technol Ther. 2017;19(7):423-432 (PMID 28556672).
  • 22 de outubro de 2026 · dm1/alimentos-hidratos-carbono — Antes: as gorduras e as proteínas só atrasavam o aumento da glicemia, e a regra simples de contagem deixava de fora o leite e as leguminosas. Agora: as gorduras e as proteínas podem também tornar o aumento da glicemia maior, e a regra simples inclui as leguminosas, o leite e o iogurte. Fonte: Bell KJ et al., Diabetes Care. 2015;38(6):1008-1015 (PMID 25998293).
  • 22 de outubro de 2026 · glossario — Antes: a insulina NPH durava 12–16 horas, o sensor implantável funcionava vários meses, e todos os sensores modernos vinham calibrados de fábrica. Agora: a NPH dura 12–18 horas, o sensor implantável funciona até um ano, e alguns sensores precisam de calibrações. Também se precisaram os estádios, a metformina, a ansa híbrida, a adrenalina e o patch basal. Fonte: Cengiz E et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1277-1296 (PMID 36537533). Bailey TS et al., Diabetes Technol Ther. 2025;27(5):407-411 (PMID 39869118).
  • 23 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: o título, a descrição e o cabeçalho da página diziam que a HbA1c mostra a glicemia média em 3 meses. Agora: a janela é de 2–3 meses em toda a página, como no corpo do texto e no resto do site. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/lada — Antes: a progressão da LADA para a insulinodependência era «inevitável (em anos)». Agora: a progressão para a necessidade de insulina ocorre em geral em anos. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/estimar-porcoes — Antes: a estimativa das porções subestimava «quase sempre». Agora: as refeições grandes são em geral subestimadas e os lanches e refeições pequenas mais vezes sobrestimados; o mesmo na página sobre pesar. Fonte: Brazeau AS et al., Diabetes Res Clin Pract. 2013;99(1):19-23 (PMID 23146371).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/sintomas-hipoglicemia — Antes: a perceção da hipoglicemia «recupera-se em 3–4 semanas» e a defesa hormonal «não volta». Agora: em muitos pacientes a perceção volta após 3–4 semanas de evitamento estrito, enquanto a defesa hormonal recupera mais devagar e muitas vezes de forma incompleta. Fonte: Dagogo-Jack S et al., Diabetes. 1994;43(12):1426-1434 (PMID 7958494).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/hipoglicemia-nao-reconhecida — Antes: a não perceção «pode resolver-se muitas vezes por completo» e a adrenalina «recupera no máximo parcialmente». Agora: os sinais de aviso voltam na maioria dos pacientes, a resposta da adrenalina recupera mais devagar e de forma inconstante, e o glucagon costuma continuar baixo. Fonte: Dagogo-Jack SE et al., J Clin Invest. 1993;91(3):819-828 (PMID 8450063).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/porque-hipoglicemia — Antes: «Recuperas o aviso, mas não a defesa hormonal automática». Agora: a resposta hormonal recupera mais devagar e não em todos os pacientes; num estudo não tinha recuperado nem após três meses. Fonte: Dagogo-Jack S et al., Diabetes. 1994;43(12):1426-1434 (PMID 7958494).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: o desporto de competição era «vivamente recomendado». Agora: o desporto de competição é compatível com a diabetes tipo 1, e a atividade física regular é recomendada a quase todos os pacientes; o mesmo no cabeçalho. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/vitamina-d — Antes: a suplementação com vitamina D «não baixa o título» dos autoanticorpos. Agora: não há provas sólidas de que a suplementação baixe o título, e os estudos pequenos dão resultados contraditórios. Fonte: Mourelatou NG et al., Nutrients. 2024;16(23):4072 (PMID 39683465).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/mortalidade — Antes: os sensores com alarmes «reduziram significativamente as hipoglicemias graves». Agora: os sensores reduzem o número de hipoglicemias, e nas pessoas com hipoglicemia não percebida reduzem também as graves. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 24 de outubro de 2026 · bombas/limitacoes — Antes: «para a maioria dos pacientes os benefícios justificam este custo». Agora: o custo adicional justifica-se sobretudo quando com injeções tens glicemias difíceis de controlar ou hipoglicemias frequentes. Fonte: Roze S et al., Diabet Med. 2015;32(11):1415-1424 (PMID 25962621).
  • 24 de outubro de 2026 · bombas/infusao-continua — Antes: hormonas «que nenhuma bomba pode suprir»; «a maioria pode acrescentar pequenas correções automáticas»; «os estudos foram feitos em crianças». Agora: hormonas que uma bomba de insulina não pode suprir, a resposta do glucagon está muitas vezes enfraquecida; todas fazem também pequenas correções automáticas, algumas por bolus separados; um estudo seguiu crianças. Fonte: Boughton CK et al., Diabetologia. 2021;64(5):1007-1015 (PMID 33550442).
  • 24 de outubro de 2026 · sensores/duracao — Antes: «seja qual for o tipo, um curto período de aquecimento»; o implante «evita os problemas de pele causados pelo adesivo», «2–3 mm». Agora: cada sensor tem um período de aquecimento; no implantável dura um dia inteiro, seguido de calibrações; o implante não se pode soltar por acidente, e o transmissor destacável cola-se com um adesivo de silicone que irrita a pele raramente e só de passagem. Fonte: Senseonics et al., Senseonics, 2024 e Deiss D et al., Diabetes Technol Ther. 2020;22(1):48-52 (PMID 31418587).
  • 24 de outubro de 2026 · sensores/adjuvante — Antes: a tecnologia do sensor adjuvante «é ou mais antiga ou uma cópia menos conseguida, pelo que a precisão real é menor». Agora: a sua precisão não foi demonstrada ao nível exigido para as decisões de tratamento, ou porque a tecnologia é mais antiga, ou porque não foi testada assim. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S150-S165 (PMID 41358889).
  • 24 de outubro de 2026 · bombas/sem-tubo — Antes: «a bomba de adesivo não se pode tirar temporariamente»; «resistente à água». Agora: a maioria das bombas de adesivo não se pode tirar temporariamente; em geral resistente à água. Fonte: Ulbrich S et al., J Diabetes Sci Technol. 2020;14(2):324-327 (PMID 31452394).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/regime — Antes: «os limites de segurança são uma bebida padrão para as mulheres e no máximo duas para os homens». Agora: se beberes, no máximo uma bebida padrão por dia para as mulheres e no máximo duas para os homens; não há quantidade de álcool considerada segura. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S89-S131 (PMID 41358898).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: com agulhas de 4 mm «podes entrar perpendicularmente, sem prega». Agora: a maioria dos adultos pode injetar perpendicularmente sem prega; as crianças pequenas e as pessoas muito magras podem precisar de prega mesmo com a agulha de 4 mm. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/psicologia — Antes: a qualidade de vida «é próxima da população geral, embora em geral ligeiramente menor». Agora: a qualidade de vida com diabetes tipo 1 é em média menor do que a dos pares saudáveis, sobretudo na escola ou no trabalho e pelo cansaço. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/peso — Antes: o mecanismo «acelerador» era apresentado como facto («declínio funcional acelerado da massa de células beta»). Agora: o mecanismo proposto é essencialmente metabólico; a resistência à insulina associa-se a uma progressão mais rápida, mas o mecanismo exato está por esclarecer. Fonte: Wilkin TJ, Diabetologia. 2001;44(7):914-922 (PMID 11508279).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/mimetismo — Antes: a cadeia coxsackie → linfócitos T → pâncreas estava no indicativo («reconhecidos exatamente da mesma forma»). Agora: a cadeia está formulada como hipótese («poderiam chegar», «libertariam»), e alguns linfócitos T reconhecem ambos. Fonte: Parviainen A et al., Diabetes Care. 2024;47(1):97-100 (PMID 37861431).
  • 24 de outubro de 2026 · ds/pancreatico — Antes: a diabetes nova depois dos 50 «impõe exames de imagem»; a elastase fecal baixa «confirma a afeção exócrina». Agora: a diabetes nova pode preceder em 2–3 anos o diagnóstico de cancro do pâncreas e, com a perda de peso, exige exames de imagem; a elastase baixa apoia a afeção exócrina mas surge também na diabetes antiga, pelo que se interpreta com a imagem. Fonte: Pannala R et al., Lancet Oncol. 2009;10(1):88-95 (PMID 19111249) e Hart PA et al., Lancet Gastroenterol Hepatol. 2016;1(3):226-237 (PMID 28404095).
  • 24 de outubro de 2026 · bombas/beneficios — Antes: o sistema «reduz sozinho o débito mesmo que já tenhas tomado precauções». Agora: um sistema ligado ao sensor reduz sozinho a insulina quando a glicemia começa a baixar, mas a preparação prévia continua a ser necessária. Fonte: Moser O et al., Diabetologia. 2025;68(2):255-280 (PMID 39653802).
  • 24 de outubro de 2026 · bombas/adesivo-basal — Antes: na radiografia «o risco considera-se muito pequeno, mas algumas instruções exigem a remoção». Agora: o adesivo tira-se antes de uma tomografia e recomenda-se tirá-lo também antes de uma radiografia comum. Fonte: Mader JK et al., Diabet Med. 2018;35(10):1448-1456 (PMID 29888811).
  • 24 de outubro de 2026 · sensores/receita — Antes: o sensor era «opcional» em «pacientes de tipo 2 controlados com medicamentos orais ou dieta». Agora: opcional em quem não usa insulina nem outros medicamentos que podem causar hipoglicemia (por exemplo sulfonilureias) e em pessoas com pré-diabetes. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S150-S165 (PMID 41358889).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: os fatores que preservam a produção própria «incluem idade de início mais alta, melhor controlo glicémico, ausência de outras doenças autoimunes»; a lista de medicamentos incluía «anti-CD3, anti-CD20, sirolímus, tacrolímus, insulina oral, vacina GAD». Agora: a produção própria baixa com os anos de doença e tende a ser maior quando o início segue a primeira infância, e os fatores que a preservam ainda não estão estabelecidos; medicamentos que travaram a descida do péptido C: rituximab, abatacept, teplizumab, verapamilo, baricitinib, golimumab. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/microbioma — Antes: os probióticos «nos primeiros meses de vida poderiam associar-se a um risco menor nas crianças com predisposição genética». Agora: os probióticos no primeiro mês de vida associaram-se a um risco menor de autoimunidade insular, mas só nas crianças com o genótipo de risco máximo (DR3/DR4). Fonte: Uusitalo U et al., JAMA Pediatr. 2016;170(1):20-28 (PMID 26552054).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/almoco-baixo-hidratos — Antes: na massa «o verdadeiro ganho é uma subida mais suave da glicemia, sobretudo se a cozeres al dente». Agora: na prática contas-a da mesma forma; depois de comer massa, integral ou branca, a glicemia sobe mais suavemente do que depois do arroz branco. Fonte: Zavitsanou S et al., Diabetes Technol Ther. 2019;21(9):485-492 (PMID 31225739).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/criterios — Antes: «em crianças e adolescentes, IAA e IA-2 surgem muitas vezes primeiro». Agora: nas crianças, os primeiros a surgir são em geral os anticorpos anti-insulina (IAA), sobretudo nos pequenos, ou os anticorpos anti-GAD65. Fonte: Evans-Molina C et al., Diabetes Obes Metab. 2025;27(Suppl 6):57-68 (PMID 40230204).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/propagacao — Antes: o intervalo até ao segundo anticorpo era «em geral curto, de alguns meses», e o primeiro anticorpo surgia «por regra logo ao ano de idade». Agora: o segundo anticorpo surge em geral alguns meses depois do primeiro, em média cerca de 7 meses depois, e o primeiro surge mais vezes entre 1 e 2 anos. Fonte: Ziegler AG et al., JAMA. 2013;309(23):2473-2479 (PMID 23780460).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/distincao — Antes: após a diabetes gestacional «está indicada a repetição da glicemia às 4–12 semanas após o parto». Agora: após a diabetes gestacional faz-se uma prova de tolerância oral à glicose com 75 g às 4–12 semanas após o parto. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S321-S338 (PMID 41358885).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/genetica — Antes: os programas de rastreio eram chamados «genéticos» em bloco (Fr1da, GPPAD, type1screen, TrialNet, ASK, CASCADE). Agora: rastreio genético em recém-nascidos (GPPAD) ou por autoanticorpos (Fr1da, type1screen.org, TrialNet, ASK Health, CASCADE Kids), com os países onde existem. Fonte: Haller MJ et al., Horm Res Paediatr. 2024;97(6):529-545 (PMID 39662065).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/fatores-nutricionais — Antes: «as crianças com diabetes tiveram um consumo maior de nitritos»; introduzir os cereais «antes dos 4 meses e depois dos 6–7 meses parece aumentar o risco». Agora: as crianças com maior consumo de nitritos tiveram maior risco, mas a certeza dos dados é baixa; a introdução nos primeiros 3 meses e a partir dos 7 meses associou-se a maior risco de autoimunidade; o mesmo na página perinatal. Fonte: Lamb MM et al., Diabetologia. 2015;58(9):2027-2034 (PMID 26048237).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/refeicao-baixa-hidratos — Antes: «se as porções de proteínas ou gorduras são as habituais, não se muda a dose de insulina». Agora: numa refeição comum, uma porção normal de proteínas e gorduras não muda em regra a dose; numa refeição com menos de 30 g de hidratos, mesmo uma porção habitual pode aumentar a glicemia algumas horas depois. Fonte: Smart CE et al., Diabet Med. 2012;29(7):e21-e24 (PMID 22268422).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/rastreio — Antes: «os métodos mais precisos são ECL e LIPS», e o ELISA era «de menor qualidade». Agora: vários métodos, como ECL, LIPS ou o ELISA do tipo bridge, têm bom desempenho, e o critério essencial é a participação do laboratório no programa IASP. Fonte: Marzinotto I et al., Diabetes Care. 2026;49(4):607-615 (PMID 41575380).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/recaida — Antes: «a presença de vários tipos de autoanticorpos indica um ataque mais amplo e maior risco de progressão»; memória imunitária «alimentada» pelas células beta. Agora: com os anos, o sistema imunitário responde a cada vez mais alvos da célula beta, sinal de que o ataque se alarga; a figura diz o mesmo. Fonte: Foster WS et al., J Immunol. 2025;214(5):862-871 (PMID 40073096).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/depois-hipoglicemia — Antes: «episódios ligeiros diários ou dois episódios noturnos por semana são um sinal claro». Agora: o tempo abaixo de 70 mg/dL (3,9 mmol/L) superior a 4% do dia, os episódios repetidos abaixo de 54 mg/dL (3,0 mmol/L) e as hipoglicemias noturnas que voltam são sinais claros. Fonte: Battelino T et al., Diabetes Care. 2019;42(8):1593-1603 (PMID 31177185).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/hipoglicemia — Antes: «um valor tão baixo sem qualquer sintoma é um sinal de não perceção». Agora: um valor tão baixo sem sintomas, sobretudo se se repetir acordado, é muitas vezes um sinal de não perceção da hipoglicemia. Fonte: Divilly P et al., Diabetes Care. 2024;47(10):1769-1777 (PMID 39207738).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/autoanticorpos — Antes: IA-2 era «uma enzima da classe das tirosina fosfatases», TSPAN7 «uma proteína dos grânulos aparentada com IA-2», e os neoantigénios surgiam «como um envelhecimento prematuro» das proteínas. Agora: IA-2 é uma proteína da família das tirosina fosfatases sem atividade enzimática; TSPAN7 é uma proteína de membrana das células dos ilhéus; os neoantigénios surgem quando as proteínas das células beta são modificadas quimicamente pelo stress e pela inflamação. Fonte: Wenzlau JM et al., Curr Diab Rep. 2013;13(5):608-615 (PMID 23900975) e Mauvais FX et al., Diabetes Obes Metab. 2025;27(Suppl 6):40-56 (PMID 40375390).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/gramas-porcoes — Antes: a porção medía «a substância que aumenta a glicemia, ou seja, a glicose». Agora: a porção mede quantos hidratos de carbono contém a refeição, ou seja, a parte que se transforma em glicose no sangue. Fonte: Annan SF et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1297-1321 (PMID 36468223).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/porque-hipoglicemia — Antes: a primeira defesa era «travar a secreção de insulina» («aqui para a tua insulina»). Agora: a primeira defesa é reduzir a secreção de insulina («aqui baixa a tua insulina»), no cabeçalho e no texto. Fonte: Sprague JE et al., Pediatr Endocrinol Rev. 2011;9(1):463-473 (PMID 22783644).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/evolucao — Antes: «diabetes distress» era «o esgotamento causado pela gestão diária da doença». Agora: «diabetes distress» é a carga emocional e as preocupações ligadas à gestão diária da doença. Fonte: Lin YK et al., Diabetes Technol Ther. 2024;26(10):739-747 (PMID 38662427).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/insulinas — Antes: o açúcar do fígado precisava «obrigatoriamente de um antídoto»; os comprimidos «estimulam o pâncreas ou melhoram a sensibilidade»; a NPH «já não deveria existir na maioria dos países»; «todas as insulinas modernas são análogos»; o análogo lento «começa em 1–2 horas»; tabela NPH 1–2/4–8/12–18 h, lento ≈24 h, rápido pico 1–2 h. Agora: sem insulina basal o corpo produz corpos cetónicos, que levam à cetoacidose; os comprimidos estimulam o pâncreas, aumentam a sensibilidade ou eliminam o açúcar pela urina, mas nenhum substitui a insulina no tipo 1; a NPH continua a ser usada em muitos países; a maioria das insulinas injetáveis modernas são análogos; o análogo lento começa em algumas horas (degludec 0,5–1,5 horas, glargina 2–4 horas); tabela e figura: NPH 2–4/4–12/12–24 h, lento 1–4 h, glargina U100 ≈24 h, U300 30–36 h, degludec mais de 42 h, rápido pico 1–3 h. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450) e Cengiz E et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1277-1296 (PMID 36537533).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/confirmacao-hipoglicemia — Antes: «o nome oficial deste comportamento do sensor é NSA». Agora: nos estudos, o fenómeno aparece com os nomes NSA (nocturnal sensor attenuation) ou PISA (pressure-induced sensor attenuation). Fonte: Wang X et al., Diabetes Technol Ther. 2015;17(11):780-786 (PMID 26177299) e Baysal N et al., J Diabetes Sci Technol. 2014;8(6):1091-1096 (PMID 25316716).
  • 24 de outubro de 2026 · sensores/liquido-intersticial — Antes: o valor mostrado «por vezes próximo de zero»; «atenuação noturna do sinal (Nocturnal Signal Attenuation)». Agora: o valor «por vezes na zona de hipoglicemia»; «atenuação noturna do sensor (Nocturnal Sensor Attenuation, NSA)», com a nova fonte. Fonte: Wang X et al., Diabetes Technol Ther. 2015;17(11):780-786 (PMID 26177299).
  • 24 de outubro de 2026 · bombas/com-tubo — Antes: «o tubo fino (de teflon)». Agora: o tubo fino de plástico; a cânula é habitualmente um tubo macio de teflon, mais raramente uma agulha fina de aço. Fonte: Heinemann L et al., J Diabetes Sci Technol. 2012;6(4):954-964 (PMID 22920824).
  • 24 de outubro de 2026 · bombas/funcao — Antes: a diferença face ao pâncreas era «subcutâneo vs. intravenoso». Agora: a insulina da bomba é administrada sob a pele, não na veia porta, que leva a insulina do pâncreas diretamente ao fígado. Fonte: Edgerton DS et al., Am J Physiol Endocrinol Metab. 2021;320(5):E891-E897 (PMID 33813879).
  • 24 de outubro de 2026 · sensores/principio-de-medicao — Antes: a membrana deixa passar «uma quantidade pequena e controlada de glicose», e a velocidade «é determinada pela membrana, não pela glicose em redor». Agora: a membrana deixa passar apenas uma pequena parte da glicose em redor; essa parte mantém-se proporcional à concentração exterior, e a enzima não satura. Fonte: Wu M et al., Talanta. 2024;273:125933 (PMID 38503127).
  • 24 de outubro de 2026 · sensores/principio-implantavel — Antes: o paracetamol e a vitamina C não interferem «porque aqui não ocorre nenhuma reação enzimática». Agora: não interferem porque a medição é ótica, não eletroquímica (texto, conclusões e figura). Fonte: Lorenz C et al., Diabetes Technol Ther. 2018;20(5):344-352 (PMID 29600877).
  • 24 de outubro de 2026 · sensores/profissional — Antes: os valores ficavam «guardados na memória da aplicação do telemóvel ou do leitor». Agora: os valores ficam guardados na memória do sensor ou do transmissor; nos modelos que os mostram, chegam também à aplicação. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S150-S165 (PMID 41358889).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: o efeito «amplifica-se acima de 30 minutos, quando os depósitos musculares de glicogénio se esgotam». Agora: nos esforços prolongados os músculos usam menos glicogénio próprio e mais glicose do sangue; sem ajustar a insulina, a hipoglicemia surge em muitos pacientes ao fim de cerca de 45 minutos de esforço aeróbio. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/mimetismo — Antes: o SARS-CoV-2 infetou células beta «em laboratório», através de «ACE2 e TMPRSS2». Agora: infetou células beta tanto em laboratório como no pâncreas de alguns pacientes falecidos por COVID-19; as células beta têm o recetor ACE2 e outros fatores de entrada, sobretudo a neuropilina 1 (NRP1). Fonte: Wu CT et al., Cell Metab. 2021;33(8):1565-1576.e5 (PMID 34081912).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/mortalidade — Antes: «uma em cada 15 pessoas recém-diagnosticadas falecerá no momento do diagnóstico». Agora: uma em cada 15 pessoas em que a doença começa morre no primeiro ano, antes de ser diagnosticada. Fonte: Gregory GA et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2022;10(10):741-760 (PMID 36113507).
  • 24 de outubro de 2026 · sensores/adjuvante — Antes: «a FDA nos Estados Unidos ou a EMA na União Europeia examinou o sensor». Agora: o sensor foi avaliado oficialmente, pela FDA nos Estados Unidos ou por um organismo notificado na União Europeia. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S150-S165 (PMID 41358889).
  • 24 de outubro de 2026 · calculadoras/phq-9 — Antes: o PHQ-9 e o GAD-7 mediam «quão intensos» foram os sintomas. Agora: o PHQ-9 e o GAD-7 medem com que frequência os sintomas te incomodaram nas duas últimas semanas. Fonte: Kroenke K et al., J Gen Intern Med. 2001;16(9):606-613 (PMID 11556941) e Spitzer RL et al., Arch Intern Med. 2006;166(10):1092-1097 (PMID 16717171).
  • 24 de outubro de 2026 · calculadoras/risco-cardiovascular — Antes: as equações alargadas distinguiam a diabetes bem controlada de «outra com glicemias altas há muito tempo». Agora: distinguem a diabetes bem controlada de outra com glicemias altas nos últimos 2–3 meses, o período que a HbA1c cobre. Fonte: Khan SS et al., Circulation. 2024;149(6):430-449 (PMID 37947085).
  • 24 de outubro de 2026 · calculadoras/pressao-arterial — Antes: «a categoria entra também na estimativa do risco cardiovascular». Agora: o valor da sistólica entra na estimativa do risco cardiovascular, não a categoria. Fonte: Jones DW et al., Hypertension. 2025;82(10):e212-e316 (PMID 40811516).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/hba1c — Antes: «em pessoas sem diabetes, a HbA1c está abaixo de 5,7%»; as hemoglobinopatias davam «em geral valores falsamente baixos», as variantes de hemoglobina «igualmente valores falsamente baixos»; DCCT «feito em 1993». Agora: em pessoas sem diabetes nem pré-diabetes, a HbA1c está abaixo de 5,7%; as hemoglobinopatias podem dar valores falsamente altos ou baixos consoante o método do laboratório, e algumas variantes de hemoglobina podem interferir com certos métodos; DCCT, publicado em 1993. Fonte: Radin MS, J Gen Intern Med. 2014;29(2):388-394 (PMID 24002631) e DCCT Research Group, N Engl J Med. 1993;329(14):977-986 (PMID 8366922).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/contagem-hidratos-carbono — Antes: na figura, os hidratos de carbono «transformam-se em glicose em poucos minutos, até uma hora». Agora: transformam-se em glicose em poucos minutos até duas ou três horas, consoante o alimento e o resto da refeição, com nova fonte na legenda. Fonte: Smart CE et al., Diabet Med. 2012;29(7):e21-e24 (PMID 22268422).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/sintomas-hipoglicemia — Antes: com betabloqueante, «o tremor e as palpitações podem faltar quase por completo»; o sinal «fica mais pobre, mas não ausente». Agora: sobretudo com um betabloqueante não seletivo como o propranolol, o tremor e a aceleração do pulso podem ficar atenuados; o sinal de alarme pode ficar mais pobre, mas não desaparece. Fonte: Kerr D et al., Br J Clin Pharmacol. 1990;29(6):685-693 (PMID 1974143) e Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/hipoglicemia — Antes: «a fisiologia não muda com a idade». Agora: o limiar de tratamento não muda com a idade, embora nas crianças os sintomas e a resposta hormonal possam surgir com valores um pouco mais altos. Fonte: Abraham MB et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1322-1340 (PMID 36537534).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/isf — Antes: «a maioria dos pacientes tem maior sensibilidade à noite e menor de manhã». Agora: muitos pacientes têm menor sensibilidade de manhã e maior à tarde e à noite, e o padrão difere de pessoa para pessoa. Fonte: Hegab AM, Front Pediatr. 2022;10:854972 (PMID 35350271) e Hinshaw L et al., Diabetes. 2013;62(7):2223-2229 (PMID 23447123).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/tratamento-hipoglicemia-grave — Antes: o dasiglucagon era «uma opção moderna». Agora: o dasiglucagon é uma opção mais recente, disponível apenas nalguns países. Fonte: Pieber TR et al., Diabetes Care. 2021;44(6):1361-1367 (PMID 35239971).
  • 24 de outubro de 2026 · bombas/bomba-implantavel — Antes: «deixaram de ser colocadas bombas implantáveis em novos pacientes»; «o único modelo comercializado». Agora: só foram colocadas bombas implantáveis novas em ensaios clínicos, com um modelo de nova geração; a produção do último modelo comercializado parou no final de 2020. Fonte: Medtronic MiniMed et al., ClinicalTrials.gov, 2025.
  • 24 de outubro de 2026 · calculadoras/egfr — Antes: CKD-EPI 2021 era «atualmente recomendada a nível internacional». Agora: CKD-EPI 2021 não aplica qualquer correção em função da raça; alguns laboratórios, sobretudo na Europa, usam outras fórmulas, como CKD-EPI 2009 ou EKFC, pelo que o resultado pode diferir. Fonte: Delanaye P et al., Clin Chem Lab Med. 2023;61(1):44-47 (PMID 36279207).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: «a mesma zona para o mesmo tipo de insulina (rápida no abdómen, basal nas coxas)»; «as coxas são o local preferido para a insulina basal». Agora: a mesma zona à mesma hora do dia, sobretudo com a insulina humana; com os análogos lentos a zona pouco importa e o essencial é rodar os locais. Fonte: Bahendeka S et al., Diabetes Ther. 2019;10(2):341-366 (PMID 30815830).
  • 24 de outubro de 2026 · calculadoras/findrisc — Antes: «a partir de 8 perguntas simples calcula-se uma pontuação de 0 a 26», com a fonte de 2003 (7 perguntas, 0–20). Agora: a versão usada hoje, com 8 perguntas, acrescentou a diabetes na família, com fonte nova; a pontuação de 0 a 26 tem agora a fonte adequada. Fonte: Zhang L et al., PLoS One. 2014;9(5):e97865 (PMID 24852786).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/etapas — Antes: o estádio 3 era descrito apenas pelos sintomas. Agora: se fores seguido com análises, o estádio 3 pode ser detetado também antes de surgirem os sintomas. Fonte: Haller MJ et al., Horm Res Paediatr. 2024;97(6):529-545 (PMID 39662065).
  • 24 de outubro de 2026 · dm1/remissao — Antes: o limiar de remissão parcial era apenas «abaixo de 0,5 unidades por quilograma por dia»; o fim da remissão era marcado por «(0,5 unidades/kg/dia)». Agora: o limiar é abaixo de 0,5 unidades/kg/dia juntamente com uma HbA1c abaixo de 7% (53 mmol/mol); os estudos usam também a HbA1c ajustada à dose (HbA1c + 4 × a dose em unidades/kg/dia), com remissão até 9; o fim: acima de 0,5 unidades/kg/dia. Fonte: Nwosu BU, Eur Med J Diabetes. 2019;4(1):89-98 (PMID 31069088) e Mittal M et al., World J Clin Cases. 2024;12(1):9-14 (PMID 38292619).
  • 24 de outubro de 2026 · glossario — Antes: índice glicémico: «a medida da velocidade com que um alimento aumenta a glicemia». Agora: a medida do aumento da glicemia produzido por um alimento, comparado com o produzido pela glicose, para a mesma quantidade de hidratos de carbono. Fonte: Reynolds A et al., Lancet. 2019;393(10170):434-445 (PMID 30638909).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/inicio — Antes: perante a combinação de sintomas, «é importante ir ao médico o mais depressa possível para medir a glicemia». Agora: vai ao médico no mesmo dia para medir a glicemia. Numa criança com a glicemia alta, o encaminhamento para o hospital é imediato, sem outras análises. Fonte: Lan YY et al., J Clin Med. 2026;15(2):533 (PMID 41598470).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: nos desportos de equipa, a suspensão da bomba era descrita sem limite de tempo, «com a administração de microbólus». Agora: a bomba pode ser suspensa temporariamente, no máximo 60 minutos, com reconexão nos intervalos. As doses dos intervalos são combinadas antecipadamente com a equipa médica. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459).
  • 26 de outubro de 2026 · bombas/limitacoes — Antes: «ter sempre à mão insulina de reserva e material para a injetar». Agora: tem sempre à mão uma caneta de insulina rápida e outra de insulina de ação prolongada, verificadas para não estarem fora de prazo. Fonte: Meade LT et al., Diabetes Educ. 2013;39(6):841-847 (PMID 24045332).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/tratamento-hipoglicemia — Antes: com o sensor, «espera mais», e o atraso do sensor era «a causa mais frequente» do sobretratamento. Agora: com o sensor, não repitas o tratamento aos 15 minutos apenas com base nele, confirma primeiro com o glicómetro. O atraso do sensor é uma causa frequente de sobretratamento. Fonte: Abraham MB et al., Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1322-1340 (PMID 36537534).
  • 26 de outubro de 2026 · sensores/liquido-intersticial — Antes: a verificação com o glicómetro fazia-se «logo depois de corrigires um valor baixo». Agora: a verificação faz-se 15 minutos depois da correção, porque o sensor mostra com atraso a recuperação da glicemia. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S150-S165 (PMID 41358889).
  • 26 de outubro de 2026 · sensores/adjuvante — Antes: com um sensor não adjuvante, o glicómetro era exigido «antes de atividades de risco, como conduzir». Agora: antes de conduzir verificas a glicemia no sensor e, nas viagens longas, a intervalos regulares. O glicómetro confirma um valor que desce depressa ou que não corresponde ao que sentes. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450) e American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S150-S165 (PMID 41358889).
  • 26 de outubro de 2026 · glossario — Antes: hipoglicemia: «provoca tremores, suores, fome e a necessidade de comer logo hidratos de carbono rápidos». Agora: os sinais costumam ser tremores, suores e fome, mas a hipoglicemia também pode passar sem sinais, e trata-se na mesma com hidratos de carbono rápidos. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/icr — Antes: o rácio estava certo se a glicemia às duas horas voltava «a ±30 mg/dL (1,7 mmol/L)» do valor inicial. Agora: o rácio está certo se às duas horas a glicemia subiu no máximo cerca de 50 mg/dL (2,8 mmol/L) e depois volta para perto do valor inicial, sem hipoglicemia. Fonte: Kuroda A et al., Diabetes Technol Ther. 2012;14(11):1077-1080 (PMID 23101953).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: antes de um esforço intenso que aumenta a glicemia, «podes fazer um pequeno bólus 15 minutos antes». Agora: se a glicemia já está alta no início de um esforço intenso, uma correção parcial, combinada antecipadamente com a equipa médica, é uma opção. Fonte: Riddell MC et al., Diabetologia. 2020;63(8):1475-1490 (PMID 32533229).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: o bólus da refeição anterior ao esforço era reduzido «em 50%», e outro parágrafo dava 25–33%, sem dizer que era para um sistema automático. Agora: sem sistema automático, o bólus reduz-se 25% no esforço ligeiro, 50% no moderado e 75% no aeróbio intenso. Com um sistema automático, 25–33%, depois de definires o alvo mais alto. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459) e Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: a glicemia de início para um treino de força era «120 mg/dL (6,7 mmol/L)». Agora: um treino de força também pode começar com 90–124 mg/dL (5,0–6,9 mmol/L), porque o esforço anaeróbio pode aumentar a glicemia. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: num esforço não planeado, 15 g de hidratos de carbono sem insulina se a glicemia estava «abaixo de 150 mg/dL (8,3 mmol/L)». Agora: num esforço não planeado, 10–20 g de hidratos de carbono rápidos sem insulina abaixo de 126 mg/dL (7,0 mmol/L). Abaixo de 90 mg/dL (5,0 mmol/L), adias o início até a glicemia subir. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450) e Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: a prevenção da hipoglicemia noturna após o desporto incluía «subir o alvo glicémico ao deitar para 180 mg/dL (10 mmol/L)». Agora: a prevenção inclui reduzir a insulina basal da noite em cerca de 20% e um lanche ao deitar, sem insulina. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459) e Campbell MD et al., BMJ Open Diabetes Res Care. 2015;3(1):e000085 (PMID 26019878).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/esportes — Antes: cinco números sem apoio nas fontes: «15 minutos de esforço aeróbio ligeiro», «um mês» de ajustes, os comprimidos e o gel com tempos de absorção, as porções «a cada 15 minutos». Agora: esforço aeróbio ligeiro mais longo, ajustes graduais, comprimidos ou gel até somar 15 g segundo a embalagem, porções pequenas a cada 20–30 minutos. A compressão do sensor tem a sua própria fonte. Fonte: Riddell MC et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(5):377-390 (PMID 28126459), Riddell MC et al., Diabetologia. 2020;63(8):1475-1490 (PMID 32533229) e Baysal N et al., J Diabetes Sci Technol. 2014;8(6):1091-1096 (PMID 25316716).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: a zona com nódulos era evitada «no mínimo três meses», prazo ausente das fontes. Agora: a zona é evitada até a pele voltar ao normal à vista e ao toque, o que pode demorar muito. Fonte: Mader JK et al., J Diabetes Sci Technol. 2026;20(4):1342-1352 (PMID 40109173) e Tian T et al., J Diabetes Sci Technol. 2023;17(6):1711-1721 (PMID 37555266).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: «Não uses a mesma agulha mais de 24 horas», e a reutilização aumentava «o risco de infeção». Agora: se mesmo assim reutilizares a agulha, não a uses mais de três vezes. A reutilização aumenta a dor e o risco de lipodistrofia. Fonte: Zabaleta-Del-Olmo E et al., Int J Nurs Stud. 2016;60:121-132 (PMID 27297374) e Sharma M et al., Indian J Endocrinol Metab. 2022;26(2):167-172 (PMID 35873942).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: a insulina em uso guardava-se à temperatura ambiente «no máximo três semanas». Agora: a insulina em uso guarda-se à temperatura ambiente, abaixo de 25–30°C conforme o folheto, normalmente até quatro semanas. Fonte: Heinemann L et al., J Diabetes Sci Technol. 2021;15(1):147-159 (PMID 31994414).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: a injeção intramuscular «é dolorosa, pode sangrar ligeiramente». Agora: a injeção intramuscular pode ser mais dolorosa, e o risco de hipoglicemia nas horas seguintes aumenta, sobretudo com as insulinas lentas. Fonte: Gibney MA et al., Curr Med Res Opin. 2010;26(6):1519-1530 (PMID 20429833), Vaag A et al., Diabet Med. 1990;7(4):335-342 (PMID 2140087) e O'Neal KS et al., Diabetes Spectr. 2015;28(4):264-267 (PMID 26600728).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: a injeção através da roupa «não é de todo recomendada», com fibras que «podem contaminar a agulha». Agora: a injeção através de uma só camada de roupa revelou-se segura, mas não vês o local nem consegues acompanhar a rotação, por isso é melhor sobre a pele. Fonte: Fleming DR et al., Diabetes Care. 1997;20(3):244-247 (PMID 9051365).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/ajuste-insulina-hipoglicemia — Antes: após um episódio hipoglicémico, «uma pequena redução, de cerca de 10–20% da dose implicada», sem fonte. Agora: a ordem de grandeza é definida pelo médico, normalmente uma pequena redução da dose implicada. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450), que não indica um valor para a redução.
  • 26 de outubro de 2026 · bombas/adesivo-bolus — Antes: o adesivo de bólus «não dá alarmes», sem o sinal mecânico de oclusão. Agora: o dispositivo não dá alarmes sonoros. Os botões presos para baixo, o adesivo descolado ou a glicemia alta depois da refeição mostram que a insulina não te está a chegar. Fonte: Hermanns N et al., J Diabetes Sci Technol. 2015;9(3):581-587 (PMID 25670847).
  • 26 de outubro de 2026 · bombas/adesivo-basal — Antes: a duração de 24 horas do reservatório vinha a seguir à frase sobre os modelos de três dias, por isso parecia ser deles. Agora: a duração de 24 horas, mais até 36 unidades a pedido, é a dos modelos de um dia. Fonte: Zeidan T et al., Pharmacy (Basel). 2020;8(4):215 (PMID 33202616).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/icr — Antes: a dose arredondava-se «à meia unidade mais próxima» na caneta, embora muitas canetas doseiem de unidade em unidade. Agora: arredondas à unidade ou meia unidade mais próxima, conforme a caneta permite, ou a 0,1 unidades na bomba. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S183-S215 (PMID 41358900).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/isf — Antes: a dose arredondava-se «à meia unidade mais próxima» na caneta, embora muitas canetas doseiem de unidade em unidade. Agora: arredondas à unidade ou meia unidade mais próxima, conforme a caneta permite, ou a 0,1 unidades na bomba. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S183-S215 (PMID 41358900).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/psicologia — Antes: recomendava-se «a avaliação periódica da depressão», sem frequência. Agora: a depressão, o sofrimento ligado à diabetes e, em quem tem hipoglicemias frequentes ou graves, o medo da hipoglicemia procuram-se todos os anos. A equipa médica pergunta também pela alimentação. Fonte: Desalegn D et al., J Autoimmun. 2026;158:103524 (PMID 41538974) e American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S89-S131 (PMID 41358898).
  • 26 de outubro de 2026 · calculadoras/gad-7 — Antes: o texto sobre a ansiedade não tinha fontes e não dizia o que fazer quando os sinais se parecem com uma hipoglicemia. Agora: a ansiedade procura-se todos os anos em todos os pacientes com diabetes. Com insulina ou com comprimidos que podem causar hipoglicemia, medes a glicemia antes de atribuíres os sinais à ansiedade. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450), American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S89-S131 (PMID 41358898) e American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 26 de outubro de 2026 · calculadoras/phq-9 — Antes: entre as causas de uma pontuação alta sem depressão faltava o sofrimento ligado à diabetes. Agora: na diabetes, uma causa frequente é o sofrimento ligado à doença, que o médico distingue da depressão. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S89-S131 (PMID 41358898).
  • 26 de outubro de 2026 · calculadoras/imc — Antes: os limites do IMC não mencionavam as pessoas de origem asiática. Agora: nas pessoas de origem asiática, o risco de diabetes tipo 2 surge com um IMC mais baixo, e o limiar para o rastreio da diabetes é 23 kg/m², não 25 kg/m². Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893).
  • 26 de outubro de 2026 · calculadoras/imc — Antes: a nota da calculadora não dizia que os limiares do IMC são para adultos. Agora: as categorias são para adultos. Em crianças e adolescentes, o IMC lê-se nas curvas de crescimento, por idade e sexo, em percentis. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893).
  • 26 de outubro de 2026 · calculadoras/gordura-corporal — Antes: a calculadora não dizia que a fórmula e os intervalos foram estabelecidos em adultos. Agora: a fórmula e os intervalos foram estabelecidos em adultos, por isso a calculadora não se aplica a crianças e adolescentes. Fonte: Shake CL et al., Mil Med. 1993;158(1):26-31 (PMID 8437737).
  • 26 de outubro de 2026 · calculadoras/peso-ideal — Antes: a fórmula de Devine era descrita como não aplicável «abaixo de 140 cm», embora esteja definida a partir de 152 cm. Agora: a fórmula está definida a partir de 152 cm e extrapola-se abaixo dessa altura. Abaixo de 140 cm, a calculadora não mostra nenhum resultado. Fonte: Pai MP et al., Ann Pharmacother. 2000;34(9):1066-1069 (PMID 10981254).
  • 26 de outubro de 2026 · calculadoras/egfr-criancas — Antes: a fórmula de Schwartz à cabeceira estava «validada em crianças e adolescentes (1–18 anos)». Agora: a fórmula foi construída com crianças de 1–16 anos com doença renal crónica. Numa criança com rins saudáveis pode dar um valor um pouco mais baixo do que o real. Fonte: Schwartz GJ et al., J Am Soc Nephrol. 2009;20(3):629-637 (PMID 19158356).
  • 26 de outubro de 2026 · sensores/aquecimento — Antes: o aquecimento durava «entre 30 minutos e 2 horas, conforme o modelo», sem a exceção do sensor implantável. Agora: no sensor implantável, o aquecimento dura 24 horas, e os primeiros valores surgem após a segunda calibração com o glicómetro, 2–12 horas depois da primeira. Fonte: Senseonics, Eversense 365 Next steps (Rev. 2), 2024.
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/icr — Antes: «a Foodvisor usa IA para reconhecimento de fotografias», com uma fonte que testou outras aplicações. Agora: algumas aplicações reconhecem a comida numa fotografia, mas podem errar em média mais de 20 g, por isso verificas o valor. Fonte: Baumgartner M et al., J Diabetes Sci Technol. 2025;19(6):1570-1577 (PMID 39058316).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/ambiente — Antes: os enterovírus, os vírus da gripe e o vírus sincicial respiratório eram descritos em conjunto, como vírus que circulam mais intensamente no inverno. Agora: os vírus da gripe e o vírus sincicial respiratório circulam mais intensamente no inverno, enquanto os enterovírus (especialmente Coxsackie B) têm o pico no verão e no início do outono. Fonte: Li Y et al., Lancet Glob Health. 2019;7(8):e1031-e1045 (PMID 31303294) e Pons-Salort M et al., Proc Natl Acad Sci U S A. 2018;115(12):3078-3083 (PMID 29507246).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/vitamina-d — Antes: as infeções por enterovírus eram descritas com «um padrão sazonal semelhante» ao da vitamina D, com pico no inverno. Agora: as viroses respiratórias são mais frequentes no inverno, enquanto os enterovírus têm o pico no verão e no início do outono. Fonte: Li Y et al., Lancet Glob Health. 2019;7(8):e1031-e1045 (PMID 31303294) e Pons-Salort M et al., Proc Natl Acad Sci U S A. 2018;115(12):3078-3083 (PMID 29507246).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: o alvo de 70–140 mg/dL (3,9–7,8 mmol/L) era apresentado como recomendação geral, sem fonte. Agora: o alvo de 70–140 mg/dL (3,9–7,8 mmol/L) é a recomendação da experiência clínica do autor. O alvo habitual é 70–180 mg/dL (3,9–10,0 mmol/L), e nos jovens um controlo mais apertado não abrandou mais a perda de péptido C. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894) e Boughton CK et al., N Engl J Med. 2022;387(10):882-893 (PMID 36069870).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: as pessoas com péptido C detetável tinham «50% menos hipoglicemias graves», menor variabilidade glicémica e melhor HbA1c. Agora: o péptido C preservado associa-se a menos hipoglicemias graves, mesmo com valores baixos. Acima de 0,2 nmol/L, associa-se também a menos internamentos por cetoacidose, a uma HbA1c um pouco mais baixa e a uma dose de insulina menor. Fonte: Gubitosi-Klug RA et al., J Clin Invest. 2021;131(3):e143011 (PMID 33529168) e Jeyam A et al., Diabetes Care. 2021;44(2):390-398 (PMID 33303639).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: o teplizumab era descrito apenas em crianças de 8–17 anos com diagnóstico recente, com um ciclo de 14 dias, «raramente de forma grave». Agora: nos Estados Unidos, o teplizumab está aprovado desde junho de 2026 também após o diagnóstico, aos 8–17 anos, nas primeiras 8 semanas, com dois ciclos de 12 dias cada. No estádio 2 faz-se nos Estados Unidos a partir de 1 ano de idade, e na União Europeia a partir dos 8 anos. Fonte: FDA, folheto de Tzield (teplizumab), revisto em junho de 2026 e EMA, EPAR de Teizeild (teplizumab), 2026.
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/autoimunidade — Antes: a reativação de alguns vírus após o teplizumab era descrita como «raramente grave». Agora: a reativação de alguns vírus tem por vezes, raramente, consequências graves. Fonte: FDA, folheto de Tzield (teplizumab), revisto em junho de 2026.
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/propagacao — Antes: a reativação de alguns vírus após o teplizumab era descrita como «raramente grave». Agora: a reativação de alguns vírus tem por vezes, raramente, consequências graves. Fonte: FDA, folheto de Tzield (teplizumab), revisto em junho de 2026.
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/rastreio — Antes: a reativação de alguns vírus após o teplizumab era descrita como «raramente grave». Agora: a reativação de alguns vírus tem por vezes, raramente, consequências graves. Fonte: FDA, folheto de Tzield (teplizumab), revisto em junho de 2026.
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/etapas — Antes: a reativação de alguns vírus após o teplizumab era descrita como «raramente grave». Agora: a reativação de alguns vírus tem por vezes, raramente, consequências graves. Fonte: FDA, folheto de Tzield (teplizumab), revisto em junho de 2026.
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/pequeno-almoco-baixo-hidratos — Antes: a resposta mais fraca à insulina de manhã era descrita em todos os pacientes, «a partir das 5 da manhã». Agora: em muitos pacientes, a mesma quantidade de hidratos de carbono aumenta mais a glicemia de manhã. Cerca de metade dos pacientes com diabetes tipo 1 tem o fenómeno do amanhecer, que começa geralmente por volta das 3 da manhã. Fonte: Ostrovski I et al., Can J Diabetes. 2020;44(3):229-235 (PMID 31630987) e Hegab AM, Pediatr Diabetes. 2019;20(8):1087-1093 (PMID 31433557).
  • 26 de outubro de 2026 · dm1/mortalidade — Antes: a frequência da síndrome «dead-in-bed» era descrita como reduzida com os sensores com alarmes e as bombas de insulina. Agora: a síndrome explica 2–5% das mortes de crianças, adolescentes e adultos jovens com diabetes tipo 1, com uma ligeira descida desde 1991. Não se sabe exatamente que parte desta descida se deve à tecnologia. Fonte: Jones J et al., Diabetes Res Clin Pract. 2022;191:110042 (PMID 36007797).
  • 27 de outubro de 2026 · dm1/porque-hipoglicemia, dm1/tratamento-hipoglicemia, dm1/tratamento-hipoglicemia-grave, dm1/hipoglicemia — Antes: dizia-se que o álcool bloqueia a produção de glicose nova no fígado. Agora: o álcool reduz a produção de glicose nova no fígado. Fonte: Siler SQ et al., Am J Physiol. 1998;275(5):E897-E907 (PMID 9815011) e Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 27 de outubro de 2026 · dm1/hipoglicemia-grave, dm1/hipoglicemia, dm1/tratamento-hipoglicemia, dm1/tratamento-hipoglicemia-grave, dm1/regime, dm1/etapas, calculadoras/egfr-criancas, sensores/tecnologia — Antes: várias páginas diziam apenas que se chama ajuda médica ou que a situação exige avaliação médica, sem precisar a quem ligar nem com que rapidez. Agora: chama-se o serviço de urgência, por exemplo depois de uma convulsão, se não houver glucagon à mão ou se a glicemia continuar baixa depois de três tomas. Nas outras situações avisas a equipa de saúde, por exemplo no mesmo dia depois de uma hipoglicemia grave numa criança pequena. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894) e Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 27 de outubro de 2026 · dm1/isf, dm1/tratamento-hipoglicemia-grave — Antes: as correções eram de evitar quando não podes monitorizar a glicemia ou estás sozinho. Uma conclusão dizia que nunca se dá insulina a um doente que se sente mal, sem dizer quem. Agora: nestas situações fazes correções mais prudentes, com doses mais baixas combinadas previamente com a tua equipa médica. Quem está por perto nunca dá insulina a um doente com diabetes que se sente mal. Fonte: Laffel L, Endocrinol Metab Clin North Am. 2000;29(4):707-723 (PMID 11149158), Yale JF et al., Diabetes Technol Ther. 2017;19(7):423-432 (PMID 28556672) e Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 27 de outubro de 2026 · aviso-medico — Antes: entre as situações em que pedes ajuda imediata estava o uso intencional das doses de insulina para emagrecer. Agora: a omissão ou a redução intencional das doses de insulina para emagrecer. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450) e Goddard G, Oxlad M, Diabetes Res Clin Pract. 2022;185:109783 (PMID 35183646).
  • 29 de outubro de 2026 · calculadoras/phq-9, calculadoras/gad-7 — Antes: nas páginas em romeno, as perguntas e as opções de resposta eram uma tradução própria, diferente da tradução romena validada dos questionários. Agora: todas as versões linguísticas usam a redação validada dos questionários, e a pontuação e os limiares mantêm-se. Fonte: PHQ-9 e GAD-7, tradução romena validada (Pfizer, Romanian for Romania).
  • 29 de outubro de 2026 · calculadoras/findrisc — Antes: a pergunta 6 perguntava se tomas atualmente medicamentos para a tensão arterial, e a pergunta 8 apenas se alguém da tua família tem diabetes. Agora: a pergunta 6 pergunta se alguma vez tomaste regularmente esses medicamentos, e a pergunta 8 se algum familiar foi diagnosticado com diabetes. É a redação do questionário validado, e a pontuação mantém-se. Fonte: Lindström J, Tuomilehto J, Diabetes Care. 2003;26(3):725-731 (PMID 12610029).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/fibra-poliois, dm1/contagem-hidratos-carbono, dm1/almoco-baixo-hidratos, dm1/regime, dm1/icr — Antes: nos rótulos dos Estados Unidos e do Canadá, a figura e várias páginas subtraíam toda a fibra dos hidratos de carbono. Agora: nesses rótulos subtrais metade da fibra quando ultrapassa 5 g, enquanto nos rótulos da União Europeia a fibra não está incluída na linha dos hidratos de carbono. Fonte: Korczak R, Slavin JL, Nutr Rev. 2020;78(Suppl 1):6-12 (PMID 32728750) e Englyst KN, Englyst HN, Br J Nutr. 2005;94(1):1-11 (PMID 16115326).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/icr — Antes: depois da correção de 5 de outubro de 2026, a estatística do cabeçalho ainda indicava +50% de insulina de manhã para o fenómeno da alvorada. Agora: a estatística indica que cerca de 1 em cada 2 pessoas tem fenómeno da alvorada, como o corpo da página. Fonte: Ostrovski I et al., Can J Diabetes. 2020;44(3):229-235 (PMID 31630987).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/incidencia — Antes: a maioria dos novos casos de diabetes tipo 1 era descrita como diagnosticada na infância e na adolescência. Agora: as taxas de incidência mais altas são na infância e na adolescência, mas a maioria dos novos casos surge em adultos. Fonte: Gregory GA et al., Lancet Diabetes Endocrinol. 2022;10(10):741-760 (PMID 36113507).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/etapas, dm1/rastreio, dm1/autoimunidade — Antes: o TrialNet constava entre os programas de rastreio da população geral nos Estados Unidos. Agora: o TrialNet testa os familiares de pessoas com diabetes tipo 1, nos Estados Unidos e noutros países. Os programas populacionais dos Estados Unidos são o ASK e o CASCADE. Fonte: TrialNet, trialnet.org/participate (consultado a 28 de outubro de 2026).
  • 29 de outubro de 2026 · sensores/duracao, sensores/principio-implantavel — Antes: a enzima dos sensores transcutâneos era descrita como algo que se consome ou se esgota aos poucos. Agora: a enzima perde atividade aos poucos, e por isso o sinal fica menos exato. Fonte: Bankar SB et al., Biotechnol Adv. 2009;27(4):489-501 (PMID 19374943) e Vaddiraju S et al., J Diabetes Sci Technol. 2010;4(6):1540-1562 (PMID 21129353).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/regime — Antes: a sucralose era apresentada como estável ao calor e adequada para pastelaria. Agora: a sucralose deve ser evitada em pastelaria, porque a temperaturas altas se podem formar compostos clorados. Fonte: EFSA FAF Panel, EFSA J. 2026;24(2):e9854 (PMID 41710869).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/vitamina-d — Antes: os limites superiores de ingestão eram os dos Estados Unidos, por exemplo 1500 UI/dia aos 6–12 meses e 2500–3000 UI/dia aos 1–8 anos. Agora: os limites são os da EFSA. São 1000 UI/dia antes dos 6 meses, 1400 UI/dia aos 6–12 meses, 2000 UI/dia aos 1–10 anos e 4000 UI/dia a partir dos 11. Referem-se à ingestão a longo prazo, e a indicação do teu médico prevalece. Fonte: EFSA NDA Panel, EFSA J. 2018;16(8):e05365 (PMID 32626014) e EFSA NDA Panel, EFSA J. 2023;21(8):e08145 (PMID 37560437).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/regime — Antes: a dose diária admissível dos edulcorantes era descrita como muito difícil de ultrapassar, e a estévia como sem sabor residual. Agora: a dose diária admissível do eritritol é de 0,5 g/kg de peso corporal, e as crianças e os adolescentes que consomem muitas vezes produtos com eritritol podem ultrapassá-la. Em grandes quantidades, o eritritol pode causar distensão abdominal e diarreia. Alguns produtos com estévia podem deixar um ligeiro sabor amargo. Fonte: EFSA FAF Panel, EFSA J. 2023;21(12):e8430 (PMID 38125972) e Tian X et al., Food Res Int. 2021;151:110848 (PMID 34980386).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/pequeno-almoco-baixo-hidratos — Antes: a canela era sugerida para dar sabor, sem indicar o tipo. Agora: se a usares todos os dias, é preferível a canela do Ceilão, porque a canela cássia contém muita cumarina. Fonte: Bundesinstitut für Risikobewertung (BfR), Presseinformation 26/2012.
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/injecao — Antes: a frase podia ser lida como se a insulina NPH também não precisasse de ser misturada. Agora: os análogos não precisam de agitação, ao contrário da NPH. A caneta de NPH agita-se suavemente pelo menos 20 vezes antes de cada injeção, senão a dose injetada pode variar muito. Fonte: Jehle PM et al., Lancet. 1999;354(9190):1604-1607 (PMID 10560676).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/lada — Antes: o prognóstico a longo prazo da diabetes tipo 1 com início no adulto podia aproximar-se do da população geral. Agora: o diagnóstico precoce, a insulina desde o diagnóstico e o controlo dos fatores de risco podem prevenir as complicações posteriores. Fonte: Buzzetti R et al., Diabetes. 2020;69(10):2037-2047 (PMID 32847960).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/infeccoes — Antes: a conclusão sobre os enterovírus no pâncreas de doentes recém-diagnosticados citava um ensaio de tratamento antiviral que não sustentava a afirmação. Agora: a conclusão cita o estudo que encontrou enterovírus nos ilhéus pancreáticos de doentes recém-diagnosticados. Fonte: Krogvold L et al., Diabetes. 2015;64(5):1682-1687 (PMID 25422108).
  • 29 de outubro de 2026 · bombas/infusao-continua — Antes: a HbA1c era definida como a média da glicemia dos últimos meses. Agora: a HbA1c é a média da glicemia dos últimos 2–3 meses, como no resto do site. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S132-S149 (PMID 41358894).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/hipoglicemia, dm1/regime — Antes: o risco de hipoglicemia depois do álcool durava 24 horas ou até 24 horas depois do consumo, sem um ponto de partida claro. Agora: o risco dura até 24 horas depois do último copo. Fonte: Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450) e Tetzschner R et al., Diabetes Metab Res Rev. 2018;34(3):e2965 (PMID 29135074).
  • 29 de outubro de 2026 · dm2/causas — Antes: o risco de diabetes tipo 2 com um progenitor afetado era 3 vezes maior, na lista e na figura. Agora: o risco é 2 a 3 vezes maior, como no corpo da página. Fonte: Sami A et al., Diabetol Metab Syndr. 2025;17(1):185 (PMID 40452079).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/evolucao — Antes: a figura dizia que a lua de mel começa 1–2 semanas após o início da doença. Agora: a lua de mel começa em geral 1–2 semanas após o início, o mais tardar dois meses depois. Fonte: Nwosu BU, Front Endocrinol (Lausanne). 2025;16:1462249 (PMID 40309446).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/o-que-e, dm1/distincao, dm1/rastreio — Antes: os autoanticorpos IA-2A eram chamados tirosina fosfatase 2, como se fossem a própria enzima. Agora: são os anticorpos contra o antigénio dos ilhéus 2, conhecidos também como anticorpos antitirosina fosfatase. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S27-S49 (PMID 41358893).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/insulinas — Antes: o análogo rápido atingia o efeito máximo em 1–2 horas. Agora: o efeito máximo surge em 1–3 horas, como na figura da página. Fonte: De Block CEM et al., Diabetes Obes Metab. 2022;24 Suppl 1:63-74 (PMID 35403348).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/fatores-risco-hipoglicemia — Antes: dizia-se que os objetivos glicémicos se tornam menos exigentes com a idade. Agora: nas pessoas idosas com outras doenças ou frágeis escolhem-se objetivos glicémicos menos rigorosos. Fonte: American Diabetes Association Professional Practice Committee, Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S277-S296 (PMID 41358888) e Holt RIG et al., Diabetologia. 2026 Sep 16, online ahead of print (PMID 42747450).
  • 29 de outubro de 2026 · sensores/duracao — Antes: cada sensor tinha um curto período de aquecimento. Agora: o aquecimento é curto num sensor transcutâneo, mas no sensor implantável dura um dia inteiro. Fonte: Senseonics, Eversense 365 CGM, 2024 (Rev. 2).
  • 29 de outubro de 2026 · calculadoras/gordura-corporal — Antes: o texto não dizia em que intervalo ficam exatamente 25% nos homens e 35% nas mulheres. Agora: o intervalo de obesidade começa nos 25% nos homens e acima de 35% nas mulheres, como na calculadora. Fonte: Romero-Corral A et al., Int J Obes (Lond). 2008;32(6):959-966 (PMID 18283284).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/almoco-baixo-hidratos — Antes: a alternativa à fatia de pão era 100 g de batatas cozidas, com 15–17 g de hidratos de carbono. A página sobre alimentos indica, porém, cerca de 20 g por 100 g. Agora: a alternativa é uma porção de 75 g de batatas cozidas, com cerca de 15 g de hidratos de carbono, tanto como uma fatia de pão de 30 g. Fonte: Auditoria paralela das traduções, 19–20 de outubro de 2026.
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/doencas-autoimunes — Antes: todas as doenças autoimunes associadas à diabetes tipo 1 eram descritas como rastreadas periodicamente. Agora: algumas delas, sobretudo as doenças da tiroide e a doença celíaca, são rastreadas periodicamente, mesmo sem sintomas. Fonte: Kahaly GJ et al., Endocrinol Diabetes Metab. 2026;9(1):e70119 (PMID 41317333).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/lada — Antes: o pico situava-se na quarta e na quinta décadas de vida, ou seja, entre os 30 e os 49 anos. A mesma frase falava depois de 40 e 50 anos. Agora: o pico situa-se por volta dos 40 e dos 50 anos. Fonte: Lundholm MD, Zhou K, Cleve Clin J Med. 2025;92(12):757-763 (PMID 41326180).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/apoiar — Antes: a estatística do cabeçalho indicava 2–3 anos de atraso com teplizumab, embora a página fale do teplizumab depois do diagnóstico. Agora: a estatística indica 10–40% de células beta funcionais no diagnóstico, como a conclusão da página. Fonte: Chen C et al., Mol Metab. 2017;6(9):943-957 (PMID 28951820) e Leighton E et al., Diabetes Ther. 2017;8(3):475-487 (PMID 28484968).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/estresse — Antes: antes do diagnóstico, boa parte das células beta podia já estar destruída, enquanto o cabeçalho indicava 60–90% sem fonte no texto. Agora: antes do aparecimento dos sintomas, 60–90% das células beta podem já estar destruídas, com a fonte citada. Fonte: Chen C et al., Mol Metab. 2017;6(9):943-957 (PMID 28951820).
  • 29 de outubro de 2026 · dm1/insulinas, dm1/esquemas, dm1/remissao — Antes: o texto para leitor de ecrã de três figuras não coincidia com a respetiva tabela. A insulina humana regular começava em 30 minutos, o análogo rápido terminava após 4–5 horas e a dose descia abaixo de 0,5 no primeiro mês. Agora: o texto segue a tabela de cada figura. A insulina regular começa em 30–60 minutos, o análogo rápido termina após 3–5 horas e a dose chega a 0,5 U/kg/dia no primeiro mês. Fonte: Rolla A, Am J Med. 2008;121(6 Suppl):S9-S19 (PMID 18514090), Vliebergh J et al., Curr Opin Endocrinol Diabetes Obes. 2021;28(1):1-7 (PMID 33315628) e Abdul-Rasoul M et al., Pediatr Diabetes. 2006;7(2):101-107 (PMID 16629716).
  • 29 de outubro de 2026 · calculadoras/conversor-unidades — Antes: o mg/dL era descrito como usado nos Estados Unidos e em poucos países, e as unidades SI na maior parte da Europa. Agora: o mg/dL usa-se também em muitos países da Europa continental, da América Latina e da Ásia. As unidades SI usam-se no Reino Unido, no norte da Europa, no Canadá e na Austrália. Fonte: Auditoria paralela das traduções, 19–20 de outubro de 2026.